“Sem o CM, a democracia seria mais pobre”: Correio da Manhã cumpriu 46 anos de existência

“Temos 46 anos mas somos jovens e temos muita vontade de continuar”, discursou Carlos Rodrigues, diretor-geral editorial.

20 de março de 2025 às 01:30
Correio da Manhã cumpriu 46 anos de existência Foto: DR
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O Correio da Manhã cumpriu 46 anos de existência e para celebrar a data reuniu esta quarta-feira na redação todos os profissionais que contribuem diariamente para o sucesso do jornal mais lido do País.

“O CM faz parte de Portugal e sem ele a democracia seria mais pobre”, afirmou o diretor-geral editorial, Carlos Rodrigues, deixando a promessa para o futuro: “Vamos continuar a fazer todos os dias o que melhor sabemos, um jornalismo livre, independente e que escrutina todos os poderes, doa a quem doer. Temos 46 anos, mas somos jovens e temos muita vontade de continuar.”

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Para o presidente executivo do grupo Medialivre, Luís Santana, fundador do projeto em 1979, “o CM é o jornal de referência dos portugueses, que esteve sempre na defesa dos interesses daqueles que precisam de ter voz e que não têm, que precisam de ter justiça e que não a têm. Sempre esteve do lado daqueles que mais necessitam”.

Reiterando que “o CM é uma família”, Luís Santana lembrou o privilégio de ter visto nascer o jornal, à data na Rua Ruben A. Leitão, no Príncipe Real. “Vi-o crescer, ser forte, conquistar a liderança e sobretudo vi-o resistir a tudo o que foram pressões para que não fosse o jornal que é hoje.”

O dia de aniversário começou com a 3.ª edição da Redação Aberta, que contou com a presença de diversas personalidades. Falou-se de desporto, presidenciais, autárquicas e segurança, perante duas plateias de alunos de Comunicação Social.

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