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Administração da RTP custou 370 mil euros

No ano passado, Gonçalo Reis, presidente do grupo público, recebeu quase 129 mil euros.

13 de junho de 2017 às 10:58

O conselho de administração da RTP custou, no ano passado, 370 mil euros aos cofres da empresa pública de rádio e televisão. Só em salários, os três elementos receberam cerca de 303 mil euros.

Gonçalo Reis (presidente) auferiu um salário mensal de 9500 euros, Nuno Artur Silva (administrador com o pelouro dos conteúdos) 7020 euros e Cristina Vaz Tomé (administradora financeira) 4349 euros mais despesas de representação, no valor de 1739 euros.

Contas feitas, e incluídas as reversões remuneratórias, Gonçalo Reis recebeu 128 963 euros, enquanto que os administradores se ficaram pelos 95 307 e 79 270 euros, respetivamente. Os valores estão publicados no relatório e contas da RTP do exercício de 2016, a que o CM teve acesso.

O mesmo documento especifica ainda gastos com viaturas, deslocações, alojamento, comunicações, combustíveis e portagens. O gasto anual com rendas de viaturas para a administração totalizou 18 699 euros. Já os custos com viagens (deslocações e alojamento) ascenderam a 36 322 euros. Destes, 16 747 euros dizem respeito a gastos só do presidente.

De referir ainda os gastos com comunicações (incluem serviço de roaming), que somaram 5038 euros. Nuno Artur Silva registou o valor mais elevado nesta rubrica (2017 euros). Quanto aos gastos anuais associados a viaturas (combustíveis e portagens) totalizaram 7176 euros, sendo que neste campo foi Cristina Vaz Tomé a liderar os gastos (2744 euros).

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