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Bola Branca quer manter rigor

O programa da Rádio Renascença (RR) ‘Bola Branca’ recebe hoje o prémio anual para Rádio atribuído pelo CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto. Um galardão que vai fechar com chave de ouro as comemorações dos 25 anos da produção, que arrancou na época futebolística de 1980/81.

15 de maio de 2006 às 00:00

“Chegar aos 25 anos tem um significado muito forte, revela a implantação que o programa conseguiu alcançar junto do público”, afirma ao CM Ribeiro Cristóvão, o ‘pai’ do programa e actual assessor da gerência para a área do desporto na RR, acrescentando: “E receber o prémio do CNID nesta altura é a cereja no topo do bolo”.

Actualmente com oito edições diárias, a produção pretende manter “a credibilidade de um programa que hoje é conhecido de Norte a Sul do País” com os mesmos argumentos do passado. “A ‘Bola Branca’ mantém-se com as mesmas características e ideais, o de servir com rigor e com a maior rapidez possível”, refere Ribeiro Cristóvão.

E com 25 anos de história, há vários factos curiosos a recordar: “O Bobby Robson soube pela ‘Bola Branca’ que tinha deixado de ser treinador do Sporting e que o seu substituto era Carlos Queiroz”.

A Gala dos Prémios da Imprensa Desportiva atribuídos pelo CNID é exibida esta noite, pelas 22h15, na SIC.

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