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CMTV reconstitui últimos dias de Carlos Castro com recurso a Inteligência Artificial

Reconstituição do crime que chocou o país é emitido dia 5 de maio.

29 de abril de 2026 às 01:30

Quinze anos depois do crime que vitimou Carlos Castro às mãos de Renato Seabra num hotel em Nova Iorque, a CMTV vai reconstituir, com recurso à Inteligência Artificial (IA) os últimos dias de vida do cronista social. A reconstituição, feita com base em milhares de documentos que a CMTV consultou sobre o caso (entre eles, estão a análise ao cenário do crime, os áudios da polícia ou o momento em que Renato Seabra foi localizado no hospital e detido) é emitido na próxima terça-feira, 5 de maio, incluída num especial sobre o homicídio que chocou o país.

Para o professor universitário Rui Pereira, este é um exemplo das inúmeros utilidades que a Inteligência Artificial pode ter no domínio da justiça. "Em relação à demonstração da possibilidade ou probabilidade do crime (e não à verificação efetiva) ter sido praticado de certa maneira, a Inteligência Artificial pode ser um auxiliar preciosíssimo porque pode dissipar quaisquer dúvidas sobre essa matéria", diz. A reconstituição é uma ferramenta importante porque "muitas vezes é usada pelas autoridades judiciais e pela polícia um pouco com a esperança que crie um ambiente dramático que torne mais provável que haja uma confissão espontânea ou que se perceba mais à cerca do crime". A reconstituição que a CMTV emite vai mostrar vários momentos dos últimos dias de Carlos Castro e Renato Seabra nos EUA, "recriando o ambiente da relação entre os dois", explica, a propósito, Eduardo Dâmaso, diretor-geral adjunto da Medialivre (CM/CMTV). Para ver, estão, por exemplo, momentos entre o cronista e o modelo em passeio pelas ruas de nova Iorque, no hotel ou mesmo nos transportes públicos. 

Rui Pereira, sublinha que "no domínio da justiça e do direito, a Inteligência Artificial vai trazer muitas coisas novas e grandes desenvolvimentos, quer na pesquisa, quer na elaboração das soluções lógicas do caso". Sobre a legislação aos limites do uso da IA, o também comentador da CMTV lembra: "O direito é conservador e nunca anda à frente da realidade e muito menos da investigação científica e da tecnologia. O direito regula as inovações, não as promove nem as acompanha. Por exemplo, não podemos esperar que o direito regule a clonagem antes de haver clonagem no plano cientifico". 

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