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Quando o funeral foi uma alegria

"É estranho. Vem a gente vestida de preto, com ar triste, como tem de ser, mas cheia de vontade de rir." Esta foi a reacção natural de alguém que foi actriz por um dia e quando um funeral foi uma alegria.

29 de março de 2009 às 00:30

Cristina Isabel foi uma das figurantes da cena de um enterro, rodada quinta-feira, no Cemitério Municipal dos Arcos de Valdevez, uma das muitas que vão constituir os 120 episódios da novela ‘A Vida Inteira’, que estreia em Maio na TVI.

O guião mandava mostrar "tristeza e dor", mas o facto de entrar numa novela, de aparecer na televisão e, ainda por cima, encaixar os 25 euros pagos pela produtora, eram apenas motivos de "grande alegria". A Plural, produtora da novela, optou, além da escolha para cenário da Vila dos Arcos e das freguesias de Jolda e Soajo, por apostar na contratação de figurantes da terra. Até a agência funerária foi a Lourarcos, uma das da vila.

As gravações, ao longo de toda a semana, foram um acontecimento para esta terra do Alto Minho.

Todos os dias a equipa, constituída por 40 a 50 pessoas, trabalhava perante a presença de centenas de curiosos. A edilidade, que deu "todo o apoio", considera que "a utilização da vila e de outras freguesias como cenário da novela ajuda à projecção do concelho".

Mariana Monteiro é a vilã da novela em que entra Vítor Norte, um homem da serra, Isaac Alfaiate e João Catarré. ‘A Vida Inteira’ conta a história de amor entre um jovem do Gerês e uma duquesa que acaba de herdar uma fortuna. As filmagens ainda vão passar por Itália.

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