O ator foi entrevistado por Daniel Oliveira, em ‘Alta Definição’, da SIC, e falou sem rodeios sobre os momentos mais complicados da sua vida.
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Diogo Amaral abriu o coração a Daniel Oliveira, no programa ‘Alta Definição’, da SIC, e falou sem rodeios sobre os momentos difíceis que marcaram a relação com Jessica Athayde, os problemas de adição que enfrentou e a importância do amor da mulher no seu processo de recuperação. O ator reconhece que chegou a acreditar que tinha perdido a companheira "para sempre", mas aprendeu a aceitar os próprios erros e a lutar pelo que realmente queria.
A história de amor de Diogo Amaral e Jessica Athayde nem sempre foi fácil. Juntos desde 2018, os dois atores atravessaram uma fase de separação, quando o filho de ambos, Oliver, ainda era bebé, mas acabaram por reencontrar-se e oficializar a relação com um casamento, em novembro de 2024. Hoje, Diogo Amaral olha para esse percurso como um processo de crescimento e amadurecimento.
“A Jessica trouxe à minha vida, para já, uma evolução e um amadurecimento. A nossa história de amor tem crescido e acho que é cada vez mais bonita”, confessou, destacando também a generosidade e a bondade da mulher, qualidades que considera fundamentais.
Na conversa com Daniel Oliveira, o ator não escondeu a admiração que sente pela companheira, que descreveu como a sua melhor amiga. Jessica Athayde é a primeira pessoa a quem mostra os seus projetos profissionais, incluindo o trabalho na novela ‘Destino Maior’, da SIC, e sabe que pode contar com uma opinião sincera, mesmo quando esta não corresponde ao que gostaria de ouvir.
“Ela é muito crítica, mas tem uma honestidade que eu acho que é bonita, porque não te vai bater, mas vai-te dizer a verdade”, afirmou, sublinhando a importância de ter ao lado alguém que não se limita a dar-lhe razão, mas que o ajuda a crescer.
Todavia, o caminho também foi marcado por momentos difíceis, nos quais o ator chegou a pensar que a relação tinha chegado ao fim.
“Eu já muitas vezes pensei que era o fim. Mas, se há uma coisa de que eu também me orgulho muito, é de nunca desistir das coisas em que eu acredito”, revelou. Foi preciso, porém, deixar o orgulho e o ressentimento de lado. “Precisei de, se calhar, saber perder para depois conseguir, se calhar, reconquistar. E perder mesmo”, admitiu.
Um dos momentos mais emotivos da entrevista surgiu quando Diogo Amaral falou dos problemas de adição e do período em que sentiu ter chegado ao fundo do poço. “Há um momento em que tu estás num sítio e em que tu achas: ‘eu nunca mais vou sair daqui. Bem, ou como é que eu vou sair daqui? Eu não vou conseguir sair daqui’”, recordou.
Foi nessa fase que o apoio das pessoas próximas ganhou um significado decisivo. O ator destacou a importância da família, dos amigos e, em particular, da mulher, reconhecendo que o amor e a capacidade de aceitar ajuda foram fundamentais para conseguir reerguer-se.
“O amor salva sempre. O amor fraternal, o amor romântico. Fazer as coisas com amor, sentires que és amado, saberes também receber isso e saberes olhar que às vezes isso está nos pequenos e nos grandes gestos”, afirmou.
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