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A groupie

Robert Plant e Mick Jagger chamavam-lhe Miss Pamela.

26 de maio de 2018 às 00:30

Pamela Des Barres é talvez a mais icónica "groupie" da história do rock. Por isso o seu livro de memórias "I'm with the band", reeditado agora, 30 anos após a sua edição original, é uma memória muito interessante sobre a relação das fãs e das "groupies" com as grandes lendas do rock.

Como ela escreve no livro: "Uma groupie é alguém que ama tanto a música que deseja estar perto das pessoas que a fazem. Uma fã fica contente com um autógrafo ou estar em cima do palco ou com uma foto com o músico. Uma groupie dá um salto em frente. E isso requer muita coragem. Fazem-no, algumas vezes esperando um romance, outra vezes sexo de uma só noite ou algumas vezes esperando casar com eles".

Pamela era uma jovem que era uma verdadeira "groupie", na altura em que se relativizam valores morais sobre as suas formas de actuação. Teve uma relação com o baterista dos The Who, Keith Moon, ao mesmo tempo que também cirandava com Waylon Jennings. "Eu era a rapariga de Los Angeles de Keith e ninguém tem dúvidas disso", refere.

Robert Plant e Mick Jagger chamavam-lhe "Miss Pamela".

Entre finais das décadas de 60 e de 70 Pamela era íntima de muitas das estrelas rock. "Eu era a musa e não me importo com o que as pessoas digam", refere Pamela.

Quando estava apaixonada por Jimmy Page surgiu Jagger, que a convenceu a que ela trocasse de amor. Fazia sexo com Jagger a ouvir Bob Dylan e diz que não havia nada de melhor na Terra. O livro está cheio de episódios escaldantes, e hoje Pamela ainda vive da música: faz "tours" para fãs de rock em Los Angeles. É uma lenda viva.

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