Áudios inéditos em novo documentário voltam a expor relação de Michael Jackson com crianças
Cantor disse que preferia "matar-se" do que não poder estar com crianças. Novo documentário será exibido esta noite e promete novas revelações.
Michael Jackson disse que preferia "matar-se" do que ser proibido de estar com crianças, num clipe de áudio que será divulgado esta quarta-feira, num documentário do Channel 4 que irá revelar novas informações sobre o caso de assédio do cantor que morreu em 2009.
Os áudios foram gravados em 1999, durante conversas privadas entre o cantor e Shmuley Boteach, a quem Michael Jackson procurou como conselheiro espiritual.
No clipe a ser revelado pelo documentário do Channel 4, 'The Trial', Jackson disse ainda que sem as crianças não teria "nenhum motivo para viver", avança o jornal britânico Mirror.
O cantor revela também que as crianças costumavam "apaixonar-se" pela sua personalidade infantil. "Os miúdos acabam por se apaixonar com a minha personalidade - às vezes isso traz-me problemas", ouve-se Jackson a dizer.
"Não há nada mais espiritual para mim do que as crianças. Acho que é a coisa mais preciosa que temos. Posso estar sozinho e saltar para o mundo mágico delas", disse Jackson num dos clipes a ser divulgado esta noite.
Outra gravação mostra o músico a dizer: "as crianças apenas querem tocar-me e abraçar-me".
O canal televisivo britânico Channel 4 garante que o documentário inclui "novas revelações sobre o julgamento de 2005 de Michael Jackson", "imagens exclusivas e gravações de áudio inéditas".
Os áudios deverão ajudar a esclarecer a relação do cantor com Gavin Arvizo, que acusou Jackson de assédio sexual, em 2005, garantindo que o músico lhe mostrou pornografia e ofereceu-lhe bebidas alcoólicas. Após um julgamento de quatro meses, Jackson foi absolvido de 14 acusações.
O antigo assessor de Michael Jackson aparece no documentário, afirmando acreditar "absolutamente" nas acusações contra o cantor.
O artista morreu aos 50 anos, em junho de 2009, devido a uma intoxicação de propofol administrado pelo médico Conrad Murray. A morte foi considerada um homicídio.
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