Justiça americana nega pedido de Polanski
A petição feita pelos advogados do cineasta para que fosse julgado nos Estados Unidos sem estar presente foi indeferida pelo Tribunal Superior de LA.
A justiça norte-americana indeferiu o pedido apresentado pelos advogados de Roman Polanski, acusado de ter mantido relações sexuais com uma menor de 13 anos em 1977, para que o seu julgamento nos Estados Unidos fosse realizado sem a sua presença.
Os representantes legais do cineasta franco-polaco, de 76 anos, que permanece em prisão domiciliária no seu chalé em Gstaad, nos Alpes suíços, pediram no inicio deste mês para que o caso subisse à barra do tribunal à revelia, expediente apoiado pela própria Samantha Geimer, a mulher com quem Polanski teve sexo na adolescência (a qual também se opõe à sua extradição para a América).
Contudo, o magistrado Peter Espinoza do Tribunal Superior de Los Angeles decidiu não aceitar o pedido. 'Ele tem de estar presente', afirmou o juiz de forma peremptória.
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