Lewis Hamilton ameaça deixar Ferrari se antigo chefe da Red Bull, acusado de assédio sexual, for contratado
O piloto da Fórmula 1 não está de acordo com uma possível integração de Christian Horner na equipa.
A relação entre Lewis Hamilton e a Ferrari poderá estar por um fio. Segundo o site britânico GBNews, o heptacampeão mundial terá ameaçado abandonar a escuderia italiana caso Christian Horner, antigo chefe de equipa da Red Bull, seja contratado para substituir Frédéric Vasseur.
Fontes citadas pela publicação garantem que Hamilton mantém uma relação "extremamente próxima" com Vasseur e não quer ver o francês afastado do comando técnico da Ferrari.
Christian Horner, afastado da Red Bull em 2025 após quase duas décadas no cargo, tem sido associado a diversas equipas, incluindo a italiana. Durante o seu período à frente da equipa austríaca, conquistou oito títulos de pilotos e seis campeonatos de construtores, tornando-se um dos dirigentes mais bem-sucedidos da Fórmula 1.
A saída, contudo, foi marcada por polémica: Horner, que é casado com a ex-Spice Girl Geri Halliwell, enfrentou rumores de conflitos internos e uma acusação de assédio sexual e coercivo, feita por uma funcionária, o que resultou no seu afastamento.
Apesar de Frédéric Vasseur ter renovado contrato em 2025, rumores sugerem que o seu lugar poderá ficar ameaçado caso a Ferrari tenha um desempenho aquém do esperado em 2026.
Lewis Hamilton chegou à Ferrari em 2025 cheio de ambição, mas a primeira temporada ficou longe do sonho: 0 pódios e o 6.º lugar no campeonato, uma das suas piores épocas na F1. O contrato de Hamilton vai até final de 2026, com possibilidade de extensão até 2028. Porém, de acordo com o site inglês, qualquer anúncio que coloque Christian Horner no comando da escuderia poderá antecipar a saída do piloto britânico.
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