Richard Gere recusa fazer filmes violentos
Aos 60 anos, o actor diz ter ainda muitos projectos, mas recusa-se a voltar a entrar em produções como ‘O Chacal’, que co-protagonizou com Bruce
Aos 60 anos e dono de um impressionante currículo profissional, com participações em quase 50 filmes e a conquista de um Globo de Ouro como melhor actor de comédia pelo seu desempenho em ‘Noiva em Fuga’ em 1999 (em que voltou a trabalhar ao lado de Julia Roberts depois do sucesso de ‘Pretty Woman’), Richard Gere ainda não tem planos para sair de cena.
Mas tem novas regras. Filmes violentos, como ‘O Chacal’, que co-protagonizou há 13 anos com Bruce Willis, é algo que não voltará a fazer. Pelo menos é a garantia dada pelo artista americano, que já foi casado com a ex-supermodelo Cindy Crawford para mais tarde subir ao altar mais uma vez, com a actriz Carey Lowell, com quem permanece actualmente e tem um filho de dez anos, o jovem Homer James Jigme Gere.
'Quando olho para trás e revejo a minha carreira, percebo que fiz todos os tipos de filmes de que gosto. Mas ainda há alguns que ainda não fiz. E gostava de fazê-los antes de morrer”, afirmou o actor, dando conta dos seus planos profissionais.
Conhecido sobretudo por papéis em comédias românticas, apesar da sua filmografia cobrir quase todos os géneros cinematográficos, como o próprio reconhece, Gere explicou porém que não se sente confortável em filmes de acção, especialmente em projectos com muita violência. “Não tenho qualquer interese em actuar em filmes violentos. È claro que fiquei contente com o meu trabalho mesmo em projectos como ‘O Chacal’, mas fui obrigado a atingir aquilo que, para mim, é o limite da violência no cinema e é quase certo que não voltarei a entrar noutro do género”, conclui o herói do saudoso ‘Oficial e Cavalheiro’, um pacifista convicto, que se converteu ao Budismo tibetano e tornou-se amigo próximo de Dalai Lama.
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