Todos em tribunal! Guerra entre creche e 'Agricultor' João Menezes sem fim a vista
Com acusações de parte a parte, o conflito deixa agora o espaço público e passará para a esfera judicial.
A polémica entre o Lar dos Pequeninos (Instituição de Solidariedade Social), em Montemor-o-Novo, e o ex-concorrente de 'Quem Quer Namorar com o Agricultor?' (SIC) João Menezes entra agora numa nova fase. Depois de dias de acusações públicas, comunicados e desabafos nas redes sociais, a instituição anunciou que o caso seguirá para tribunal.
Em comunicado enviado à imprensa, o Lar dos Pequeninos foi claro: "A partir daqui, será em Tribunal, porque isto não será mais uma novela, acima de tudo pela tranquilidade dos pais das nossas crianças."
A instituição garante que desenvolve um trabalho "sério, competente, rigoroso e transparente", assegurando que todas as decisões tomadas tiveram como prioridade a manutenção de "um ambiente seguro, harmonioso, e em paz, onde as crianças possam aprender e crescer dentro de valores de solidariedade social". Nesse sentido, explicou que a cessação do contrato do filho de João Menezes, bem como de outra criança, foi deliberada em ata, após considerar que os comportamentos dos respetivos encarregados de educação causaram prejuízo ao normal funcionamento da instituição.
"Estamos diante de pais que conheciam a gravidade dos respetivos comportamentos, o prejuízo que causavam à Instituição e, com isso, o impacto indireto destas condutas em centenas de crianças que passariam a contar com uma equipa enfraquecida, desgastada e sujeita a uma pressão que reduz a sua capacidade de ação", lê-se num dos pontos.
"No caso do encarregado X, este desafiou a autoridade da Instituição quando esta se encontrava a defender todos os envolvidos, incluindo o próprio, já depois de este ter, sabendo das consequências da sua conduta, decidido difamar Presidente e Diretora Pedagógica, insultando-as e colocando em causa a sua competência e seriedade perante vários outros pais, gerando insegurança junto destes, e com isto das respetivas crianças, bem como graves danos nas pessoas visadas, que passaram a estar sujeitas a um ambiente de suspeição, dúvida e temor por novos ataques, o que aconteceu", lê-se.
"No caso da encarregada Y, a difamação assumiu a forma de denúncia caluniosa, junto do Instituto da Segurança Social e da Inspeção-Geral do Ministério do Trabalho e Segurança Social, quando sabia que podia falar com a Diretora Pedagógica, coisa que aliás fez dias antes da suposta ocorrência de que se queixa, a propósito de assunto de menor importância, o que significa que era sua intenção criar o maior dano possível à Instituição e ao seu funcionamento, no contexto de um ataque de grupo a três pessoas e uma Instituição", continua.
Segundo o Lar dos Pequeninos a cessação dos contratos se tornou "necessária por razões legais e materiais, sendo justificada e legalmente admissível", alegando que estavam a ser usados como "instrumento de ataque permanente" à instituição.
Do outro lado, João Menezes, mantém uma versão totalmente distinta. O companheiro de Soraia Moura Lopes recorreu às redes sociais para denunciar aquilo que considera ter sido uma expulsão injusta do filho, alegando que tudo começou após ter questionado a direção sobre o funcionamento da creche e ter chamado "incompetente" à instituição durante uma reunião de pais.
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