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Duarte Menezes: "Sociedades comigo é que nunca mais”

Cabeleireiro está a trabalhar por conta própria desde o contencioso que mantém com a antiga sócia

19 de dezembro de 2009 às 14:18

– Como é que perdeu o seu antigo espaço de cabeleireiro? 

– Éramos dois sócios e, por incompatibilidades de gestão várias, resolvemos desmanchar a sociedade. A questão está neste momento entregue aos respectivos advogados, razão porque nem quero nem posso alongar-me  no assunto. 

– E como é que vem parar ao Salão Monteiro, no bairro da Lapa?

– Como não podia ficar parado, procurei um novo espaço e, a poucos metros do antigo, dei com este que que arrendei e onde instalei a minha equipa. Tem um histórico de 80 anos e, dada a proximidade do outro, facilita a vida às clientes.

– Mas pretende recuperar o anterior ou investir neste?

– Ainda não sei. O que sei é que, a  partir de agora e para sempre, vou estar por conta própria. Sociedades comigo é que nunca mais.

– Correu  assim tão mal?

– Foram muitas incompatibilidades mas, atenção, somos pessoas civilizadas, não estamos zangados, só não quero mais sócios. E mais não posso falar porque, como já disse, estamos em processo de justiça.

– Foi notícia que passou de cabelereireiro VIP a cabeleireiro de bairro...

– Pois foi e quem noticiou já foi devidamente processado. Essa alegada perda de estatuto é ridícula e ignorante porque o Salão Monteiro tem uma história de 80 anos e uma clientela de altíssima sociedade.

– Mantém as clientes VIP ou renovou a carteira de clientes?

– Nunca fui cabeleireiro de celebridades mas de senhoras, o que continuo a ser. As minhas clientes são verdadeiras senhoras que primam pela discrição e da minha boca nunca se ouviu um nome.

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