Aos 31 anos, é a ‘cabeça’ do Rock in Rio e jurada do ‘Ídolos’. Há seis anos em Portugal, a brasileira confessa-se uma viciada em trabalho e
Aos 31 anos, é a ‘cabeça’ do Rock in Rio e jurada do ‘Ídolos’. Há seis anos em Portugal, a brasileira confessa-se uma viciada em trabalho e um tanto ou quanto difícil para namorar.
- Nas emissões do ‘Ídolos' transparece a ideia de que a Roberta se diverte muito enquanto parte do júri. É mesmo assim?
- É a mais pura das verdades. Quando me convidaram para participar no ‘Ídolos' a primeira coisa que pensei foi ‘acho que me vou divertir nisso'. Depois pensei que tinha a coerência de ser no canal de televisão que é parceiro do Rock in Rio. Mas tinha o lado da exposição pessoal que era a parte má. No fim, entretanto, acabou por se confirmar completamente as minhas expectativas e está a ser muito divertido.
- Consegue eleger o melhor momento até agora?
- Foram tantos... Houve um muito divertido, mas não passou na televisão. Uma miúda entrou para cantar no final de um dia muito complicado e a equipa já estava toda cansada. Ela começou a dançar e naquele momento vi o homem que segura o microfone a dançar atrás dela. Achei a cena muito bizarra. Durante o dia inteiro eu não tinha visto aquilo. Depois explicaram-me que quando os homens já estão muito tempo com o braço para cima, torna-se mais fácil balançar o braço do que ficar com ele fixo, que é o que fazem durante o dia todo. Quando me apareceu aquela criatura a mexer-se de um lado para o outro comecei a rir às gargalhadas
- E o pior momento?
- O pior momento foi o dia em Aveiro. Não aparecia gente interessante, foi um dia super arrastado.
- Houve algum concorrente que a marcasse realmente?
- Houve muitos. Gostei muito do Joel. Quando ele apareceu em Aveiro respirámos de alívio. Ele é uma gracinha e brincou muito connosco. Rimos imenso. O Salvador quando entrou também marcou. Além de ele vir muito divertido, veio com uma cultura musical incrível. Mas há muitos outros...
- Imagina algum dos finalistas a actuar no Rock in Rio?
- Se ele for muito bom ia ser engraçado, mas até agora não. Não nos podemos esquecer que eles não têm nenhuma formação musical. Para se cantar no Rock in Rio é preciso ter uma estrada. Expor um novo artista a um público muito grande pode levar à sua ruína se as coisas não correrem bem. Ir ao Rock in Rio vai depender da evolução e da força que colocarem no seu movimento artístico.
- Como é a sua relação com os outros elementos do júri?
- Divertimo-nos imenso. Eu só conhecia o Manuel. Os três têm uma característica comum: são todos pessoas do bem. Não há ali ninguém que quer aparecer mais do que o outro ou beneficiar-se mais.
- Como descreve cada um deles?
- O Manuel [Moura dos Santos], que é aquele que as pessoas se assustam um pouco, eu já conhecia. Já sei exactamente o que ele é. Tem uma personalidade difícil, tem uma opinião forte e no seu dia-a-dia é exactamente igual. Tinha negociado com ele situações de artistas no passado e ele não me mandou encher de moscas porque estava numa situação profissional e era diferente. Gosto muito dele. Tem um coração do tamanho do mundo e é divertidíssimo. O Pedro [Boucherie] é muito exigente e eu digo-lhe sempre que no dia-a-dia dele deve ser um bocado chato. Mas isso até é bom, porque ele quer sempre o melhor. Também tem um excelente coração e uma criatividade fenomenal. O Laurent [Filipe] é um doce, um charme e a mulher dele também. É um casal de pura luz. É bom olhar para os dois.
- Ao longo da fase de casting, a Roberta era muitas vezes benevolente com os concorrentes. Alguma vez se irritou com a atitude dos seus colegas?
- Em alguns momentos assustei-me com o que eles diziam e com as frases criativas que usavam. Não seria capaz de falar daquela forma. Mas não tive nenhuma situação grave. Não acho que seja boazinha, só acho que eu tenho uma grande sensibilidade em relação ao sentimento das pessoas. Ali acontece uma situação muito cruel - damos uma opinião e mal lhes explicamos porquê. Sinto a dor do outro e tento minimizar. Sou muito sensível.
- Quando a convidaram para ser jurada não hesitou, dado que não tem tantos conhecimentos musicais como os seus colegas?
- Não hesitei, mas perguntei-lhes o que era esperado de mim, porque de música não entendo. Ele disseram-me que especialistas em música já havia três pessoas, faltava um olhar complementar. Um ídolo pop também precisa de ter carisma, atitude e um bom look. Eu ouço como o público. Nunca me arriscaria a fazer uma coisa que não sei. Nunca ia para a televisão passar vergonha.
- Gostava de continuar com uma carreira na televisão?
- Não me importava de continuar a fazer algumas coisas, mas tinha que ser algo complementar ao que eu gosto realmente de fazer, que é a produção de eventos.
- Alguma vez sentiu algum tipo de preconceito por ser brasileira?
- Não. Tive uma grande sorte porque tenho muitas amigas que de facto sentiram. Primeiro porque o Rock in Rio foi muito bem aceite em Portugal e as portas abriram-se rapidamente. Depois, comecei a trabalhar com 17 anos e era conhecida como a filha do Roberto Medina, então tinha que provar que era mais do que isso. Criei um mecanismo tão forte que se alguma vez houve preconceito eu não vi.
- Já está em Portugal há seis anos, mas com o ‘Ídolos' ganhou maior visibilidade. Isso incomodou-a?
- Eu sou a cara do Rock in Rio há já algum tempo e as pessoas conhecem-me, mas é completamente diferente de aparecer todos os dias na televisão. Ainda não me incomodou. Mas este ano também foi muito atípico, porque quando o programa começou eu estava no Brasil e só regressei há pouco tempo. Reparo é que nos e-mails de trabalho vem sempre um PS a falar dos ‘Ídolos'. Além disso, no meu dia-a-dia uso roupa muito casual, diferente do programa, e as pessoas não me reconhecem.
- Acha que os portugueses têm uma boa impressão sua?
- Esse foi um dos pontos que eu ponderei muito antes de aceitar o convite, porque eu tenho a mania de querer que toda a gente esteja de bem comigo. Eu tinha noção que a partir daqui não ia ser harmónico. Mas está a ser uma experiência rica, porque querer estar sempre bem com as pessoas dá um trabalho imenso. É um desperdício de energia porque às vezes preocupo-me com a opinião de pessoas que não valem a pena. Desde que começou o programa já ouvi dizer que eu sou super mazinha e que eu sou muito boazinha. Cada um tem a sua opinião e eu respeito.
- Consegue eleger Portugal ou Brasil?
- Portugal, completamente. Desde que eu decidi ficar, há seis anos, nunca me passou pela cabeça não morar aqui. Por outro lado, não dá para esquecer que tenho a minha família e os meus amigos todos de infância no Brasil.
- O que é que a encanta em Portugal?
- As pessoas, que são do bem, e a qualidade de vida acima de tudo. É muito estável a vida cá. Aqui nós trabalhamos e vivemos. No Brasil, o trabalho ocupa demasiado a nossa vida, e essa não é a minha opção. Eu não quero ter uma vida em que o trabalho dite tudo. A minha vida é a minha vida e tenho um trabalho que gosto muito.
- Como é a Roberta longe dos ecrãs?
- Acordo, tomo o pequeno-almoço, faço ginástica, vou para o escritório e muitas vezes almoço com amigos. À noite estou sempre com amigos. Sou uma pessoa colectiva.
- Fez 31 anos. Custa-lhe envelhecer?
- Eu queria ter parado nos 17, como não parei, os anos podem passar à vontade. Houve um momento preocupante que foi no ano passado quando a minha avó adoeceu. Comecei a pensar que a minha mãe ficava como última da cadeia.
- Ainda não sentiu o instinto maternal?
- Eu tenho amigas que desde novinhas querem ser mães. Eu não tenho isso. Eu sei que ser mãe vai fazer parte da minha vida e sou feliz com essa ideia, mas até hoje o meu instinto maternal está completamente ligado ao facto de encontrar o pai dos meus filhos, o meu parceiro de vida. Quando ele aparecer, essa vontade vai ser completamente natural. Vou querer que um amor tão grande deixe produto.
- É muito exigente com os homens?
- Sou, e tenho uma vida que não é tradicional. Não sou uma pessoa fácil. Com a vida que tenho feito até agora, muito focada no trabalho, não tenho dúvida que sou uma mulher complicada. Não sei qual é a percentagem de homens que quer uma mulher assim. Se calhar querem mulheres mais doces, mais suaves, talvez mais dedicadas à família. Não sou uma aposta fácil para uma relação estável. Para namorar acho que até sirvo. [risos]
- Como tem de ser esse homem?
- É difícil pensar numa pessoa que não tenha interesses profissionais, que não tenha uma actividade intelectual activa, que não possa falar comigo de coisas espirituais. São coisas que eu gosto de ter perto de mim e já tive, graças a Deus. Ainda não encontrei aquela pessoa, mas já tive pessoas muito especiais perto de mim, mas não era o momento de casar e ter uma família. Já existiram homens muito especiais na minha vida. Foram relações que deram super certo.
- Foi o caso do Francisco Penim?
- Tratou-se de uma fofoca. Na altura incomodou-me. Também aconteceu isso com o Ricardo Pereira. São dois amigos e eu não me vou privar de estar com amigos para evitar fofocas.
- Quando encontrar o homem da vida vai querer resguardar-se da Imprensa?
- Não me vou esconder. Vou ao cinema, aos restaurantes. Não tenho problemas em dizer que namoro e quem é o meu namorado, desde que ele exista.
- É assumidamente uma mulher carreirista. Acha que vai mudar?
- Já mudei. A minha paixão profissional é muito grande. Eu vibro com o meu trabalho. Nunca vou abrir mão do meu trabalho, mas hoje já não me faz confusão abrir mão de uma parte do tempo dedicado ao meu trabalho, que é o que está a acontecer com o ‘Ídolos'. Isso já é um sinal do equilíbrio que eu estou a ter. Hoje em dia já é muito mais importante a minha vida pessoal do que profissional. Sou um ser colectivo. Se um homem que quiser namorar comigo gostar de estar sempre em casa, não vai dar certo. Eu sou muito activa.
- Falando em carreira, como vão os preparativos para o Rock in Rio 2010?
- Estou animadíssima. Dá-me muito gozo. São dois anos de papel e de repente começa-se a construir tudo. É muito emocionante. No primeiro minuto tem que dar tudo certo. Agora entra numa fase deliciosa para o nosso lado que é começar anunciar as bandas e ver a reacção das pessoas. O maior retorno do Rock in Rio é ver os olhos brilhantes das pessoas ao saberem que vão artistas que gostam.
- Alguma vez imaginou que o Rock in Rio ia ter tanto sucesso em Portugal?
- Não. Mas isso já é uma característica minha que é não pensar nisso. Penso só na logística. E na verdade, como diz o meu pai, estamos aqui por isso tem que ter sucesso, não admitimos sequer outra hipótese. Se foi assim que o meu pai construiu a sua carreira, a minha escola é essa.
- Qual foi o artística que, em termos pessoais, que lhe deu mais gozo trazer a Portugal?
- Foram vários. Adoro a Shakira e sem dúvida, os Bon Jovi.
- É uma mulher completamente realizada em termos profissionais?
- Completamente.
- E em termos pessoais?
- Tenho muitos amigos, uma família linda, não tenho nada para reclamar.
- Como imagina o seu futuro?
- Não tenho a mais vaga ideia. É bom deixar todas as possibilidades abertas. Em termos profissionais pode haver alguma coisa que me apaixone mais e eu largue tudo. Ou então, amanhã posso decidir casar e ir morar para a Cochinchina. Acredito muito nas surpresas da vida.
REFLEXO
- O que vê quando se olha ao espelho?
- Vejo a minha alma. A vida é muito mais do que se pode ver no espelho e pegar. É a forma como eu encaro a vida.
- Alguma vez lhe apeteceu partir o espelho?
- Não é fácil eu querer partir qualquer coisa. Sou muito zen. Só deixo de ser zen quando há uma injustiça. Mas talvez quando estou mais gordinha fique aborrecida com o espelho.
- Quem gostaria de ver reflectido no espelho?
- A madrinha da minha mãe e do meu irmão, que já morreu e foi a maior referência para mim.
- Pessoa de referência da sua vida?
- Sou muito ligada à família por isso é o meu pai, a minha mãe e os meus dois irmãos.
- Momento mais marcante?
- Foi o dia em que aprendi a amar. Ninguém conhece a pessoa, mas o que é especial é que eu descobri o sentimento.
- Qualidade e defeito?
- A qualidade é ter alto astral e o defeito é ser teimosa como uma mula.
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