Artigo exclusivo
Covid-19 veio obrigar a uma nova adaptação à realidade da época natalícia em tempo de pandemia.
Este ano o Mundo prepara-se para viver um Natal diferente. A época que costuma ser de calor familiar e muita convivência promete neste ano atípico ser vivido com um distanciamento raro."Apesar de todas as cambiantes observadas no período natalício (talvez mais consumista e plástico e, portanto, menos "genuíno" na tradição), a matriz fortemente católica continua a forjá-lo como um tempo de reunião familiar e de alguma abastança partilhada. Os contactos familiares entre gerações encontram, neste período, um expoente máximo daquilo que podemos designar por "Família". Aliás, para o comum dos cidadãos que comungam da matriz referida, o Natal é a Festa da Família. De que família? Não só da nuclear (pai, mãe, filhos), mas, sobretudo, daquela que a entende como um continuum temporal alargado: avós, netos, primos, tios, etc., etc., etc. É compreensível o impacto emocional que a Pandemia traz, em especial, à época que se aproxima. O alargamento familiar e o encontro de gerações estão comprometidos. Ou seja, aquilo que, para muitos avós e netos, primos e tios, constituía um momento único está condenado a não acontecer, ou a acontecer de forma diferente.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
E usufrua de todas as vantagens de ser assinante