Artigo exclusivo
Com a descida das temperaturas, estes são os conselhos especializados para a perda de hidratação – e todas as restantes desgraças que afetam a pele no inverno.
O inverno chega sempre na mesma data, mas todos os anos a pele parece reagir como se fosse a primeira vez. Com o frio, torna-se mais secaganha vermelhidões onde não as queremos e decide vincar ainda mais as suas rugas – já para não falar nos lábios, baços e sem brilho, numa espécie de ressaca permanente. "A chegada do inverno e das temperaturas mais baixas, com a consequente redução da humidade, têm uma série de repercussões para a pele," confirma Filipe Silva, skin therapist. "O frio fragiliza a camada córnea da pele [a mais extrema], levando à perda de densidade e consequente perda de células, traduzindo-se em secura e acentuação de linhas."Além disso, continua, "as mudanças bruscas e acentuadas de temperatura de locais interiores demasiado aquecidos para o exterior demasiado frio também contribuem para danificar a pele." A desidratação da epiderme reflete-se, assim, nos mais variados sintomas tais como prurido, vermelhidão, descamação e as já mencionadas rugas. A pele fica frágil e quebradiça, "como se de uma folha de papel se tratasse".
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