Artigo exclusivo
Há quem não se importe de conhecer os filhos que ajudaram a gerar. Fomos conhecer uma mulher e um homem.
Se um dia uma, ou mais, das potenciais oito crianças que ajudou a gerar o quiserem conhecer, José ficará muito contente. Encara essa possibilidade como um privilégio. Não doou o seu material genético no pressuposto de ter mais filhos – já tem três, o mais velho com 23 anos e a mais nova com 17 –, nem considera estas crianças como tal, mas acredita que merecem o máximo respeito. "O dador não está à procura de direitos, o gerado é que tem o direito de saber as suas origens", diz.
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