Artigo exclusivo
Rabugice, tristeza, insónias ou desencanto, há livros para todos – ou quase todos – os males. E há também quem os prescreva, como se de médicos se tratasse. A esta arte de juntar as pessoas aos livros que as fazem sentir melhor chama-se biblioterapia.
"Um livro pode ser um estimulante, um tranquilizante, um irritante ou um soporífero." A definição surge em 1916, num artigo da revista The Atlantic Monthly, onde se escrevia pela primeira vez sobre a biblioterapia. O conceito era então novo, da autoria de um tal de Dr. Bangster, que receitava livros a quem deles precisava. Mas ainda que do seu sucesso não reze a história, esta atesta que a prescrição literária não se ficou por aqui. E, depois da I Guerra Mundial, foi nos Estados Unidos que mais gente serviu, sobretudo soldados regressados da batalha, a quem eram recomendados livros destinados a ajudar na sua convalescença.
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