Piloto inexperiente em acidente trágico em Tomar

Queda de ultraleve, em 2015, foi causada pela inexperiência do piloto, concluem os técnicos.
Por José Durão|27.08.18
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A queda de um ultraleve Land Africa Impala que provocou a morte a dois homens - o piloto, de 41 anos, e o passageiro, de 29 - , em setembro de 2015, no Campo de Voo de Valdonas, em Tomar, foi causada sobretudo pela "pouca ou nenhuma experiência do piloto nas técnicas de recuperação de espirais descendentes".

Esta é a conclusão de quase três anos de investigação do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF). O gabinete aponta ainda a perda de controle em voo baixo (a 600 pés), "devido à entrada em espiral descendente causada por volta a baixa velocidade".

No relatório, onde foi estabelecido que esta "recomendação de segurança não constitui, em caso algum, presunção de culpa ou de responsabilidade", ficou provado que o voo estava autorizado, o piloto era devidamente qualificado e que não havia problemas técnicos com a aeronave. As mortes ocorreram na sequência da queda, quando os dois tripulantes ficaram encarcerados entre os escombros da aeronave destruída.

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