Paz a pagar dividendos: Trump, Putin e o Leilão da Ucrânia
Trump parece acreditar que a influência se mede pela capacidade de intimidar.
Trump parece acreditar que a influência se mede pela capacidade de intimidar.
A desmesurada cordialidade de Trump com o Kremlin suscita, inevitavelmente, velhos fantasmas.
Regular a IA será inevitável. Regular a corrida tecnológica será difícil. Regular a guerra será ainda mais difícil.
Trump espera que ninguém repare na placa da porta. A placa, porém, continuar a ostentar: Dinarmarca.
Diplomacia à Donald Trump: primeiro fala-se, depois pensa-se e, se der problema, culpa-se alguém.
Moscovo aprendeu a atacar sem oferecer à NATO a delicadeza de um momento perfeitamente identificável para responder.
Se Putin realmente quiser paz, ninguém precisará de o convencer. Ele saberá exatamente como e quando dizê-lo.
Como sempre, todos defendem a livre circulação, desde que possam controlar a estrada, a tarifa e o mapa.
É uma magnífica técnica de gestão: quando o problema não desaparece, muda-se-lhe o nome.
Caso o Acordo de Meca prospere, o Médio Oriente não expulsará a América. Fará algo mais aviltante.
Espanha deve proteger a fronteira, salvar vidas e cumprir a lei.
A campanha dos EUA expôs falhas de planeamento, desgaste de meios defensivos e resultados modestos.
A fraqueza de Trump não é apenas temer o fracasso. É não conceber que a maioria possa rejeitá-lo.
É comovente ver Moscovo tão inquieta com a duração de uma guerra que decidiu começar.
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