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Ideias para viver melhor

Segundo dia de conversas inspiradoras para o envelhecimento ativo centrou-se na poupança e na protecção

27 de maio de 2023 às 11:28

O segundo dia do evento MaisIdadeMais sobre envelhecimento ativo começou com um momento musical protagonizado pelo Grupo Contrastes Musicais. O conjunto interpretou clássicos da música portuguesa e mereceu um caloroso aplauso do público. Este grupo, vindo de Oeiras, é ele próprio um exemplo de envelhecimento ativo, organizando atividades de música, teatro e literatura para seniores, e protagonizados por seniores.

A primeira entrevistada do dia, numa conversa conduzida por Teresa Guilherme, foi a atriz Ana Bustorff. Num evento também dedicado à poupança, a atriz confessou que desde muito jovem que teve a noção da precariedade do trabalho de ator e da necessidade de ter poupanças e de precaver momentos menos bons na carreira. Para Ana Bustorff “a melhor forma de viver é ser muito simples e cuidadosa”. Proteger a saúde, mas ter uma vida simples. Ter os pés bem assentes na terra e aproveitar o que dá prazer. A atriz elogiou o trabalho da Casa do Artista e contou como enfrentou um cancro que considerou “ser uma doença terrivelmente solitária”.

Bruno Vaz, responsável da oferta sénior do Grupo Ageas Portugal

Bruno Vaz, responsável da oferta sénior do Grupo Ageas Portugal

A reforma deve ser um período ativo da vida

Nesta parte do espectáculo dedicado ao rendimento, o outro convidado foi Valdemar Duarte, responsável pela Ageas Pensões, marca do Grupo Ageas Portugal, que deixou alguns conselhos sobre poupança e literacia financeira, mas sobretudo chamou a atenção para a forma como o panorama financeiro muda com a reforma e sobre como o entendimento do que as pessoas consideram ser a reforma também está a mudar. Para este responsável, quando chegamos à reforma, a nossa vida “muda e as despesas também mudam”. “Mas enquanto o rendimento diminui, o nível de despesa – para se ter qualidade de vida – não diminui tanto e pode até aumentar. Daí a necessidade de precaver um rendimento adicional e um nível de protecção maior nesta fase da vida”, sublinhou. Neste contexto, novas soluções de poupança, sobretudo de longo prazo, proporcionam um rendimento flexível mais adequado a um entendimento da reforma como um período ativo da vida.

Liliana Campos, apresentadora de televisão

Também numa perspectiva da reforma como um período ativo, em que um rendimento adicional é sempre bem-vindo surgiu de seguida no palco a associação 55+. Trata-se de um projecto apoiado pela Fundação Ageas e é uma plataforma que, como explicou Elena Duran, fundadora, promove a inclusão no mercado de trabalho de pessoas com mais de 55 anos. A inscrição na plataforma proporciona-lhes oportunidades para uma vida ativa através da prestação de serviços remunerados de todos os tipos, nos seus bairros, valorizando os conhecimentos das pessoas e criando redes de apoio informal, sólidas e próximas. De entre as 3000 pessoas inscritas vieram ao palco Flávio, um ex-GNR que hoje trabalha em part-time numa empresa dedicada a inovação social, e Gabriela, uma ex-professora de Artes Visuais que presta serviços de jardinagem, bricolage, entre outros. Também a Santa Casa Santa Casa da Misericórdia da Redinha (Pombal) esteve em palco para falar do projecto Proxim(idade), que apoia pessoas com mais de 65 anos.

O cuidador e a perda

Na segunda parte do evento, dedicado à proteção, a perda foi tema central da conversa com Liliana Campos, conhecida apresentadora de televisão. Numa conversa intimista, Liliana Campos emocionou os presentes com a sua experiência com aquilo que foi a perda súbita do pai devido a um aneurisma e para o que foi um longo e doloroso processo de cuidar (junto com o seu irmão) de uma mãe com demência, que mantiveram sempre em casa. “Ser cuidador exige uma grande força e os apoios não são muitos. Aprendi muito durante o processo”, confessou a apresentadora a Teresa Guilherme.

Ainda no tema da proteção, o convidado seguinte foi Bruno Vaz, responsável da oferta sénior do Grupo Ageas Portugal. Para o grupo segurador, sublinhou, “a protecção requer uma oferta de serviços e produtos robusta e orientada para as necessidades das pessoas com mais de 65 anos” Com esta perspetiva, o Grupo Ageas Portugal criou um conceito agregador, o MaisIdadeMais. Para este responsável, “esta ideia na prática organiza estas soluções em quatro pilares: Saúde; Bem-estar; Proteção; e Rendimento. No fundo, são as grandes necessidades que toda a gente quer ver satisfeitas.”

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