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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Azeite de garrafão é bom

Virgem extra e muito aromático.

22 de fevereiro de 2017 às 09:00

Talvez por causa do importante investimento que tem sido feito nas garrafas (algumas são mesmo peças de design), muita gente pensa que o azeite que se comercializa em garrafão estará todo num nível entre o mau e o sofrível.

Ora, isso não é bem assim. Quer dizer, há azeite engarrafado que não se recomenda para temperar a frio, mas há outro de qualidade, como é o caso deste Rosmaninho Virgem Extra, DOP, da Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços (COV), que vem numa embalagem escura de plástico de 5 litros e que faz a mesma função que o azeite de garrafa com a mesma marca.

Estamos perante um azeite feito a partir das variedades da denominação de origem Trás-os-Montes (Cobrançosa, Verdeal e Madural), extraído com todo o rigor do lagar. Aliás, a COV foi a primeira cooperativa de azeite do País a pagar aos seus dois mil e poucos associados preços de azeitona em função da qualidade desta. Resultado: a qualidade do azeite é sempre garantida.

Contudo, convém que os consumidores tenham cuidado a manusear o azeite, evitando ao máximo o contacto com o oxigénio.

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