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Governo da Catalunha garante que votação vai mesmo ser feita

Madrid enviou numerosos efetivos policiais para a Catalunha, no nordeste da península.
Lusa 26 de Setembro de 2017 às 23:57
Ativista pró-independência da Catalunha
Catalunha
Mossos d'Esquadra
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Ativista pró-independência da Catalunha
Catalunha
Mossos d'Esquadra
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
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Ativista pró-independência da Catalunha
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Mossos d'Esquadra
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha

Os catalães vão votar no referendo no próximo domingo, apesar das medidas de polícia tomadas pelo governo espanhol para o impedir, garantiu esta terça-feira um membro do governo regional da Catalunha à AFP.

"A população vai sair em massa para votar, pacificamente (...). Não tenho a menor dúvida", declarou Raul Romeva, responsável pelas relações internacionais do executivo catalão, que está decidido a manter o referendo apesar da interdição do governo e da justiça de Espanha.

"Tarde ou cedo, é preciso que se compreenda que (o referendo) não pode ser parado pela ameaça nem pela força que distribuíram por todo o território. Eles não o vão impedir", insistiu Romeva.

Madrid enviou numerosos efetivos policiais para a Catalunha, no nordeste da península. A polícia e a Guardia Civil já aprenderam mais de 10 milhões de boletins de voto e encerraram 59 sítios na internet de promoção e informação do referendo. O Ministério Público esforça-se também por impedir a abertura das assembleias de voto.

"De cada vez que eles procuram impedir qualquer coisa, nós encontramos uma solução", continuou Romeva. "Podemos garantir que existe todo o material necessário para votar. Os boletins podem ser impressos tantas vezes quantas as que quisermos, temos a lista dos eleitores, as urnas existem, as assembleias de voto existem", terminou.

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