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Uma equipa internacional de investigadores mediu, pela primeira vez, "o mais longo tempo de vida média de sempre de um isótopo radioativo registado por um aparelho de medida", anunciou hoje a Universidade de Coimbra.
"O isótopo em causa é o Xe 124 e o seu tempo de vida média é aproximadamente um bilião (milhão de milhões) de vezes mais velho do que o Universo", afirma a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) numa nota enviada hoje à agência Lusa.
Este "facto extraordinário", sublinha a Faculdade, foi alcançado por uma equipa internacional de investigadores que integra seis cientistas da FCTUC e será tema de capa da edição de quinta-feira da Nature, "a mais prestigiada de todas as revistas científicas".
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