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O diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental defende uma menor comparticipação das benzodiazepinas (ansiolíticos, sedativos e hipnóticos) e mais formação sobre a prescrição deste fármaco que em Portugal é consumido em "níveis de risco para a saúde".
Álvaro Carvalho falava aos jornalistas no final da apresentação do Relatório "Portugal -- Saúde Mental em Números 2015", segundo o qual "as benzodiazepinas mais prescritas (alprazolam e lorazepam) são das que têm maior potencial ansiolítico e, consequentemente, de tolerância e dependência".
Em 2014, os portugueses consumiram 91.496.345 doses diárias de alprazolam e 65.851.064 de lorazepam.
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