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Ex-CEME Pinto Ramalho critica "desvalorização" dos chefes militares

<span style="font-size: 9pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'; line-height: 115%">Presente esta quinta-feira no parlamento no âmbito da discussão na especialidade das propostas de lei da Defesa Nacional e da Lei de Bases da Organização das Forças Armadas</span>

17 de julho de 2014 às 16:54

O ex-chefe do Estado-Maior do Exército, José Pinto Ramalho, considerou esta quinta-feira que as propostas de lei da Defesa Nacional e de Bases das Forças Armadas desvalorizam o papel dos chefes dos ramos e questionou os motivos da reforma.

 O general questionou "por que é que se faz a revisão" das leis, argumentando que a reforma iniciada com a legislação aprovada em 2009 ainda não está concluída.

 Pinto Ramalho considerou que as propostas "vão além do que seria desejável" no que respeita ao reforço das competências do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, desvalorizando o papel e o âmbito de atuação dos chefes dos ramos militares.

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