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Escola dos Açores sobe quase mil lugares no 'ranking'

Instituição que mais caiu perdeu quase 900 posições face a 2015.
Lusa 17 de Dezembro de 2016 às 00:00
A Escola Básica e Secundária das Flores, nos Açores, passou da posição 1.219 em 2015 para o 258.º lugar, subindo 961 lugares em apenas um ano
A Escola Básica e Secundária das Flores, nos Açores, passou da posição 1.219 em 2015 para o 258.º lugar, subindo 961 lugares em apenas um ano FOTO: Direitos Reservados

Uma subida de quase mil lugares lidera as mexidas nas classificações das escolas que fizeram exame do 9.º ano, sendo que a que mais caiu perdeu quase 900 posições face a 2015.

De acordo com o 'ranking' das escolas elaborado pela Lusa com base nas informações disponibilizadas pelo Ministério da Educação sobre 1.229 estabelecimentos, a Escola Básica e Secundária das Flores, nos Açores, passou da posição 1.219 em 2015 para o 258.º lugar, subindo 961 lugares em apenas um ano.

O resultado fez-se à conta da subida em um nível nas classificações dos alunos na média dos exames (Português e Matemática combinados), mas que também é visível nas classificações internas finais (CIF), que subiram de um nível negativo para a positiva.

No 3.º ciclo de ensino as notas são distribuídas entre os níveis 1 a 5, sendo o nível 3 o limiar da positiva.

Entre as 10 escolas que mais subiram na classificação, há escaladas na lista entre os 687 lugares e os 961. Entre estas quase todas passaram de uma média de classificações de nível 2 nos exames para o nível 3, mas há três escolas que, apesar da subida considerável, só por arredondamento chegam ao nível positivo na média dos exames.

Pela negativa, as 10 escolas que mais lugares caíram na classificação em 2016 perderam entre 697 e 890 lugares. A escola que mais lugares perdeu é um colégio privado de Setúbal, que em 2015 se encontrava entre as 100 melhores escolas nos exames do 9.º ano.

Todas as restantes escolas incluídas nas 10 piores são escolas públicas, quase todas relegadas para o final da tabela, quando em 2015 entre as 226 e 422 melhores.

Entre as 217 escolas privadas que forneceram informação comparável com 2015, cinco ocupam a mesma posição ocupada em 2015 e 112 fizeram pior do que no ano anterior. 43 destas escolas caíram na lista mais de uma centena de lugares, 17 mais de 300 lugares.

Há 100 colégios que melhoraram resultados, 35 em 100 ou mais lugares, mas entre os que mais subiram muitos tiveram uma média negativa nos exames.

Entre as escolas públicas, apenas quatro permaneceram na mesma posição, quase todas no final da tabela. Há 520 escolas que melhoraram resultados, entre as 1.001 escolas públicas analisadas, e 477 que pioraram as suas posições.

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