O primeiro-ministro australiano descartou hoje descrever o atropelamento de uma multidão de peões, ocorrido na quinta-feira em Melbourne, como ato terrorista, apesar de nenhuma hipótese estar excluída definitivamente e de a polícia estar a investigar.
O condutor da viatura, um homem de 32 anos de origem afegã, que ainda não foi interrogado oficialmente, apresenta um historial de "problemas mentais e de consumo de estupefacientes", disse Malcolm Turnbull, em conferência de imprensa, em Sydney.
Malcolm Turnbull afirmou que o atropelamento, que a polícia afirmou ter sido deliberado, foi um ato "isolado", "deplorável e cobarde" e sublinhou que as investigações preliminares apontam que o condutor não tem ligações a "grupos extremistas", ressalvando que nenhuma hipótese foi totalmente descartada, recusando nesta fase classificar o ato como terrorista.
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