Diogo Infante quer 70 mil pessoas no Trindade este ano

‘O Diário de Anne Frank’ é a peça que marca a reabertura do teatro, em setembro.

08 de junho de 2022 às 08:01
Diogo Infante no Teatro da Trindade, com o presidente da Fundação INATEL, Francisco Madelino Foto: Vítor Mota
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A temporada abre com a história de Anne Frank, Diogo Infante assina uma única encenação (a partir de um texto de Tennessee Williams), e em janeiro haverá uma versão da ‘Noite de Reis’, de Shakespeare, com um elenco inteiramente masculino que promete questionar o papel dos géneros no teatro. Eis os principais destaques da programação do Teatro da Trindade para 2022/2023, apresentada esta terça-feira em Lisboa. Com 400 mil € de orçamento – e após “dois anos muito difíceis”, por causa da paragem imposta pela pandemia – o diretor artístico do espaço lisboeta está confiante de que continuará, como até aqui, a atrair “cerca de 70 mil espectadores por ano” e, assim, a “conseguir equilibrar as contas”.

“A Fundação Inatel espera, da nossa parte, que consigamos repor o dinheiro da dotação em bilheteira, e até aqui temos conseguido fazê-lo”, afirmou Diogo Infante. “As contas têm sido sempre equilibradas e espero que possamos continuar a assegurar o mesmo tipo de contabilidade”, acrescentou.

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Os espetáculos programados – quase todos com elencos muito jovens – trazem repetentes ao Trindade, como é o caso do autor e encenador Elmano Sancho, que levará à cena, ainda este ano, ‘Jesus, o Filho’, uma reflexão sobre a família. No que diz respeito aos “pesos-pesados” do teatro, Luísa Cruz e Miguel Guilherme fazem as honras da casa e protagonizam o único espetáculo dirigido por Diogo Infante, ‘A Peça Para Dois Atores’. Chega em abril de 2023.

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