“Inovador”, “colossal” e “injustiçado”: morte de António Lobo Antunes deixa o mundo de luto
Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, classificou António Lobo Antunes como um “escritor imortal”.
A morte de António Lobo Antunes deixou o mundo de luto. Para a escritora Lídia Jorge “não houve nenhum escritor contemporâneo entre nós que tenha tido a força inovadora que ele teve”, enquanto José Jorge Letria, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) fala de um “autor resistente, ficcionista notável e um cronista excecional”.
O Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, classificou António Lobo Antunes como um “escritor imortal”. Já Lopito Feijó, secretário-geral da União dos Escritores Angolanos, diz que Lobo Antunes morre “muito injustiçado” pela Academia Nobel. Na imprensa internacional, O jornal espanhol ‘El País’, chama ao escritor o “colosso da literatura portuguesa”, enquanto o ‘El Mundo’ o descreve como “o último guerrilheiro da literatura portuguesa”. Em França, o jornal ‘Le Monde’ recorda o “trabalhador incansável, autor prolífico com uma imaginação fértil e fervoroso defensor da liberdade de expressão”.
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