'O Grito' de Munch vendido por 91 milhões de euros

A única das quatro versões de 'O Grito', de Edvard Munch, que ainda estava em mãos privadas, foi vendida por um recorde mundial de 119,9 milhões de dólares (91 milhões de euros), num leilão da Sotheby's, em Nova Iorque.

03 de maio de 2012 às 09:00
O Grito, Edvard Munch, lelião, Sotheby's, Pablo Picasso Foto: D.R.
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A obra ‘Nu, folhas verdes e busto’, de Pablo Picasso, era, até agora, a obra que tinha alcançado o maior valor num leilão, de 106,5 milhões de dólares (81 milhões de euros).

O director do leilão organizado na quarta-feira pela Sotheby's, Simon Shaw, salientou que a obra do pintor norueguês (1863-1944), pintada a pastel em 1895, "define a modernidade e é instantaneamente reconhecível, porque é uma das poucas imagens que transcendem a história da arte e tem um alcance global, provavelmente só ultrapassado pela Mona Lisa".

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'O Grito' foi vendido em 12 minutos e disputado por sete potenciais compradores. As outras três versões da obra pertencem ao museu Munch de Oslo, que tem duas delas, e à Galeria Nacional de Oslo, que tem a restante.

No mesmo leilão de arte impressionista e moderna foram vendidas outras obras de artistas como Picasso, Miró e Matisse e apenas oito obras ultrapassaram os 80 milhões de dólares (60,8 milhões de euros).

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