Pedro Maria Gomes: “Corrida de hoje é o ponto alto da época”
<p align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt">Corrida de quinta-feira à noite, às 22h00, no Campo Pequeno – a tradicional Corrida do Emigrante –, assinala os 70 anos do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa.
Pedro Maria Gomes é o atual cabo do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa (GFAL)que, em 2014, está a celebrar 70 anos de existência. Aos 33 anos, Pedro Maria acusa o peso da responsabilidade mas garante que tudo fará para contribuir para a longevidade do grupo.
Encontrando-se na posição de suceder a ‘monstros’ tão ilustres quanto Nuno Salvação Barreto e José Luís Gomes, o cabo admite que “é difícil” substituir grandes talentos, mas também acredita nas suas capacidades.
“Julgo ter tido sempre uma atitude de modo a dignificar os meus antecessores”, revela, explicando os valores que regem a conduta do GFAL: “O grupo mantém os princípios que considero imprescindíveis, e que nos acompanham desde o Nuno Salvação Barreto, nosso fundador: a amizade dentro e fora de praça; a humildade; o respeito pela figura do forcado.”
Pedro Maria Gomes sublinha que a postura do GFAL nem sempre é adotada por outros agrupamentos. “Hoje em dia vale tudo para pegar uma corrida. Talvez pela educação que tive no GFAL e pela escola criada por Salvação Barreto, tenhamos tão poucas corridas e não entremos em interesses que nada têm a ver com a imagem que gostamos de ver associada ao forcado...”
Em fase de renovação, “com forcados mais experientes a retirarem-se e a aparecerem novos elementos”, o futuro parece risonho para o GFAL. Acorrida de hoje, no Campo Pequeno, Lisboa (a corrida do emigrante), é “o ponto alto da época”. Depois, há uma digressão ao México.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt