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Almada enche-se de bom teatro

Espalhando-se por vários pontos da cidade – chegando também a Lisboa e, pela primeira vez, ao Porto – arranca este dia 4 de Julho o 27º Festival Internacional de Teatro de Almada, que se prolonga até 18 com propostas teatrais diversificadas e muitos pontos de interesse. Entre eles, a vinda a Portugal de algumas estrelas do firmamento teatral internacional – desde o encenador francês Claude Régy (com uma versão da ‘Ode Marítima’ de Fernando Pessoa) à actriz britânica Charlotte Rampling (que dirá textos de Marguerite Yourcenar e Constantin Cavafy).

02 de julho de 2010 às 00:08

Com um cartaz impressionante de autores – de Molière a Horváth, de Tchekov a Shakespeare – a escolha afigura-se difícil mas o grupo anfitrião, a Companhia de Teatro de Almada, já prometeu não aumentar o preço das entradas permanentes, para permitir que se veja tanto quanto possível.

A abrir o programa, há  a assinalar uma estreia: a do Teatro dos Aloés, que celebra dez anos de existência com ‘A Lição dos Aloés’, de Athol Fugard (dia 4, no Palco Grande da Escola D. António da Costa).

Na primeira semana há ainda a destacar a apresentação de ‘A Música’, de Marguerite Duras, numa encenação de Solveig Nordlund (dias 5 e 6, no Fórum Romeu Correia), e outra estreia, desta feita a da Cornucópia, que, em colaboração com a espanhola Nao D’Amores apresenta ‘Dança da Morte’, a partir de Gil Vicente (no Teatro do Bairro Alto, de 6 a 13).

Finalmente, o luso-francês Emmanuel Demarcy-Mota traz ‘Casimiro e Carolina’ de Horváth aos teatros nacionais: dia 9 ao S. João; dias 15 e 16 ao D. Maria II.

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