Coleção Gulbenkian já anda em digressão

Até ao momento, estão previstas seis exposições, para visitar de norte a sul de Portugal.
Por Ana Maria Ribeiro|08.12.18
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A Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) tornou-se conhecida de norte a sul do País graças à sua biblioteca itinerante. Agora, vai voltar a espalhar cultura por Portugal, levando as suas coleções de arte a locais periféricos, onde a oferta cultural é menor do que nos grandes centros urbanos.

A ideia existia desde a tomada de posse de Isabel Mota como presidente do Conselho de Administração da FCG, em maio de 2017, mas só agora se efetiva e hoje inaugura a segunda mostra de artes deste ciclo, no Museu de Portimão. Desde o início do mês que estão abertas exposições em Bragança (Centro de Arte Contemporânea Graça Morais) e São Martinho de Anta (Espaço Miguel Torga).

"Procurámos parceiros que reunissem um espaço de qualidade e linhas de programação própria e sugerimos uma pré-seleção de obras. Depois, os parceiros escolheram o que quiseram, tendo também a liberdade de procurar obras que lhes interessassem da coleção permanente", explica Nuno Vassallo e Silva, diretor adjunto do Museu Calouste Gulbenkian.

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