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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Como se monta o Nos Alive

Festival arranca esta quinta-feira e dá música até sábado

05 de julho de 2017 às 18:46

Todos os anos há uma verdadeira cidade que se ergue no Passeio Marítimo de Algés, entre o rio Tejo e a marginal de Cascais. É por ali que passam os melhores do Mundo... da música, claro! São cerca de 11 hectares de terreno, mais de cem mil metros quadrados que oferecem todas as mordomias possíveis a quem durante longas horas faz do recinto do NOS Alive a sua segunda casa.

O espaço dispõe, por exemplo, de três grandes áreas de restauração com ofertas gastronómicas variadas, que vão desde as pizzas às comidas biológicas sem glúten, existindo ainda uma esplanada com capacidade para 2 mil pessoas. O recinto dispõe também de um hospital de campanha com total capacidade de assistência no recinto.

Mas para que tudo esteja a postos quando o NOS Alive abre portas, muito trabalho é feito nos dois meses que antecedem o festival. Durante 60 dias, cerca de 2500 técnicos trabalham intensamente no terreno, desde a montagem do palco principal (aquele que requer mais trabalho) até à instalação das casas de banho. A cidade do NOS Alive é um verdadeiro monstro devorador de luz e som com cerca de 6 mil KVA de potência diária.

Já com o festival a decorrer, são mais de cinco mil as pessoas que direta ou indiretamente trabalham no recinto para que nada falhe ou falte

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