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E assim nasceu um assassino

No cinema, a ordem cronológica baralha-se. Depois de, em 1991, ‘O Silêncio dos Inocentes’ ter surpreendido público e crítica, foi preciso esperar mais uma década para ver a continuação da saga, em ‘Hannibal’ (2001), sucedido de ‘Dragão Vermelho’, em 2002. Mas, seguindo a vida do assassino em série, a sua história contar-se-ia a partir de ‘Hannibal – A Origem do Mal’, que antecede ‘Dragão Vermelho’, ‘O Silêncio...’ e finalmente ‘Hannibal’.

15 de fevereiro de 2007 às 00:00

Baseada no romance ‘Behind the Mask’ de Thomas Harris, ‘A Origem do Mal’ de Peter Webber conta ainda, como nos anteriores, com Anthony Hopkins. Mas, desta vez, ele salta para trás do grande ecrã e contribui ‘apenas’ na narração do percurso do temível canibal.

Já o rosto por trás da máscara pertence agora ao jovem actor francês Gaspard Ulliel (‘Paris, Je t’aime’ e ‘Um Longo Domingo de Noivado’) que bateu rivais como Hayden Christensen (da nova geração de ‘Star Wars’) e Macaulay Culkin (‘Sozinho em Casa’) também cotados para o papel.

No centro da acção captada pelo cineasta de ‘Rapariga com Brinco de Pérola’ estão as motivações e traumas de infância do canibal sociopata que explicam a origem do mal.

Num regresso à infância na Lituânia e à adolescência em França, estão lá todos os ‘responsáveis’ pela formação, mais ou menos pérfida, do assassino, desde a irmã Mischa (Helena Lia Tachovska ), ao assassino dos pais (Rhys Ifans), à japonesa que o acolhe num orfanato e lhe ensina etiqueta e sofisticação (Li Gong). E, promete o protagonista, o filme tem o que dele se espera: “assassinatos cruéis e selvagens”.

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