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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Errol Flynn esteve com Fidel e ‘Che’

O actor norte-americano Errol Flynn, nascido na Austrália, uma das maiores estrelas de Hollywood nos anos 40, devido a filmes de capa e espada como ‘As Aventuras de Robin Hood’, acompanhou Fidel Castro enquanto jornalista antes de este derrubar o ditador cubano Fulgencio Batista, que chegou a estar exilado na ilha da Madeira.

11 de outubro de 2009 às 00:30

Dois artigos escritos por Errol Flynn no ‘New York Journal American’, encontrados no arquivo do Centro de História Americana da Universidade do Texas, testemunham as aventuras do actor de 50 anos – um ano antes da sua morte e numa fase descendente da carreira – na explosiva Cuba de 1958. Em ‘Me and Castro’ e ‘I Fought with Castro’, relata a sua viagem à Sierra Maestra, onde passou cinco dias.

Durante a estada o actor terá sido atingido numa perna durante combates com as tropas governamentais e, além de Fidel e Raul Castro, encontrou-se com ‘Che’ Guevara. Este nem sequer reconheceu o envelhecido ídolo que tinha à sua frente.

Tendo em conta que após o triunfo da revolução cubana Fidel Castro revelar-se-ia um ditador comunista, Errol Flynn acabou por sofrer críticas pelo apoio. "Desde a minha infância, sempre me senti atraído, talvez de forma demasiado romântica, por causas e cruzadas", escreveu o actor, em 1959, meses antes de morrer de ataque cardíaco fulminante.

Dos contactos imediatos com Fidel nasceu aquele que seria o último filme de Flynn. ‘Cuban Rebel Girls’, rodado em registo de falso documentário, tinha no elenco a adolescente Beverly Aadland, sua ‘protegida’ desde os 15 anos.

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