"Havia duas pessoas a quem mandei o PDF e o que a Leya disse é que uma delas tinha denunciado a situação, dizendo que ia a tribunal. As duas pessoas negam", referiu o autor.
O escritor cabo-verdiano Germano Almeida, prémio Camões, disse hoje à Lusa que abandonou a editorial Caminho, queixando-se de "prepotência" da administração do grupo Leya ao travar a publicação do seu último livro com uma "invenção", sem o ouvir.
"Havia duas pessoas a quem mandei o PDF e o que a Leya disse é que uma delas tinha denunciado a situação, dizendo que ia a tribunal. As duas pessoas negam", referiu o autor, sobre o ficheiro com o "Crime nas Correntes d'Escritas", livro em tom de "homenagem e brincadeira" ao encontro anual de escritores, na Póvoa de Varzim.
"O Aurelino [Costa] já tinha negado e a Tânia Ganho foi confrontada pelo [semanário] Expresso e também nega ter feito isto, portanto, temos de concluir que foi uma invenção da Leya", acrescentou.
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