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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

“Ministra fala como se não tivesse poder nenhum”

Num debate sobre os cortes e a precariedade na Cultura, realizado ontem, em Lisboa, a actriz Carla Bolito, membro da Plataforma dos Intermitentes do Espectáculo e Audiovisual, sublinhou que o Governo se esconde no défice para cortar no sector.

31 de janeiro de 2011 às 00:30

A actriz acusou a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, de nada fazer: "Fala e remete para o ministro das Finanças como se não tivesse poder nenhum", disse, acrescentando que conta anunciar em breve um sindicato que abranja todas as áreas culturais.

Já o realizador Bruno Cabral defendeu contratos para todos, independentemente da duração do trabalho. O grupo, já ouvido pelos vários partidos, aguarda uma decisão parlamentar que altere as regras do trabalho intermitente.

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