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Obra no Conservatório levanta muitas dúvidas

Intervenção nas Escolas de Música e Dança arrancou há seis meses mas diretora questiona projeto.

28 de novembro de 2019 às 09:01

Seis meses após o início das obras de requalificação do Conservatório Nacional, em Lisboa, a diretora do espaço que acolhe as Escolas Superiores de Música e de Dança, Lilian Kopke, queixa-se das instalações provisórias onde os alunos estão a ter aulas. Trata-se da Escola Secundária Marquês de Pombal, em Lisboa, um espaço que, segundo aquela responsável, não tem condições para funcionar, com salas sem isolamento térmico e casas de banho inutilizadas por causa de problemas de canalização.

Lilian Kopke disse ainda ter algumas reservas face ao projeto de recuperação do Conservatório, nomeadamente no que diz respeito à configuração das salas (algumas têm tecto em triângulo, o que coloca problemas acústicos para as aulas de música) e ao elevador de carga, que faz barulho e pode prejudicar o funcionamento da escola. "Desde julho que pedimos reunião à Parque Escolar. Dizem-nos que temos de aguardar", afirmou Lilian Kopke à TSF.

Há muito que os alunos do Conservatório reclamavam obras para aquele espaço em declínio, cuja construção é datada maioritariamente do início dos anos 20 do século passado. Em 2013 organizaram uma maratona de 18 horas de música para angariar dinheiro para obras (reuniram 12 mil euros). No ano seguinte, caiu uma parte do tecto falso de uma das salas de aula da Escola de Música. As obras de requalificação vão custar cerca de 11 milhões de euros e está previsto que durem aproximadamente 18 meses.

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