Bischoff resolveu
A Académica derrotou ontem o Cesarense por 2-1, após prolongamento, e graças ao golo espectacular que Bischoff marcou no último minuto, quando já se previa o recurso a grandes penalidades. <br/><br/>
A Briosa entrou melhor no jogo e o tento obtido por Diogo Valente acabou por ser um soporífero já que os pupilos de Jorge Costa enveredaram por uma letargia que lhes podia ter sido fatal. O Cesarense (II Divisão) transfigurou-se na segunda parte e, depois de alcançar a igualdade, desperdiçou uma série de oportunidades de golo. O técnico José Pedro considerou o resultado "injusto" e justificou que só a experiência do adversário seria determinante. "O resultado justo seria uma vantagem nossa de pelo menos 3 golos". Por seu turno Jorge Costa não escondeu o desagrado pela exibição da sua equipa. "Não é esta Académica que eu pretendo. Fomos apáticos e perdemos a liderança do meio-campo. Temos de tirar muitas conclusões deste jogo", disse.
De facto, a Académica não encontrou o antídoto necessário para travar as investidas dos locais que através de uma linha atacante, formada por 3 homens, desbaratou a capacidade dos estudantes organizarem o seu jogo planeado. Basta dizer que já em período de descontos do próprio prolongamento, o Cesarense ainda dispôs de uma oportunidade, mas Peiser estava atento.
VIMARANENSES GOLEIAM MALVEIRA SEM FORÇAR
Goleada fácil (4-0) do V. Guimarães frente a um Malveira que ofereceu resistência durante dez minutos. Além dos golos de Toscano, João Ribeiro, Edgar e Maranhão, a equipa de Manuel Machado teve esmagadora posse de bola e disparou aos ferros em várias ocasiões. Terminou, assim, o sonho da modesta equipa de Mafra (III Divisão), que saiu do jogo ovacionada de pé pelos adeptos locais. Primeiro foi Toscano a animar as hostes, mas só marcou à segunda, de fora da área. Se os visitantes acusavam falta de fulgor, João Ribeiro deixou a nu o desnível de forma com o 2-0, após um canto. O Malveira tentou crescer após o intervalo, mas Edgar fez o 3-0, de cabeça, e Maranhão o 4-0, mesmo no fim.
FELIZ E GILMAR FORAM HERÓIS
Houve ‘festa da Taça’ ontem em Braga. O Ribeirão, da II Divisão, eliminou ontem (2-0) o histórico Belenenses, da Honra, na terceira eliminatória da Taça de Portugal.
Começou melhor o Belenenses que logo aos 7’ Purovic atirou para grande defesa de Magalhães. Aos poucos, o Ribeirão foi tomando conta do jogo e aos 21’ Gilmar deu seguimento ao passe de Feliz e inaugurou o marcador. A ganhar, os do Minho acreditaram e foi sem surpresa que chegaram ao segundo golo: Feliz aproveitou uma perda de bola no meio-campo azul e bateu o guarda-redes.
GONÇALVES ARRANCA COM O PÉ ESQUERDO
l A estreia de Rogério Gonçalves no comando técnico da Naval fica marcada pela derrota em casa frente ao Marítimo, por 2-0, num jogo fraco, controlado pelos insulares. O Marítimo entrou na partida mais determinado, com Danilo a funcionar como motor de busca pela vitória. A Naval só conseguiu mostrar posição em campo a partir da meia hora de jogo. Os visitantes abriram o marcador aos 43’ na sequência de um livre de meia distância, aproveitado por Kléber.
No regresso ao relvado, os figueirenses entraram à procura do empate, obrigando os insulares a jogarem na sua área. Mas, aos 79’, o Marítimo dilatou a vantagem após bom trabalho dos recém-entrados Baba e Tchô.
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