"Não necessito de mandado para ser inquirido", diz Bruno de Carvalho

Ex-presidente do Sporting apresentou-se voluntariamente.

11 de outubro de 2018 às 11:30
Bruno de Carvalho Foto: Vítor Mota
Bruno de Carvalho Foto: Vítor Mota
Bruno de Carvalho Foto: Vítor Mota
Bruno de Carvalho Foto: Vítor Mota
Bruno de Carvalho Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota
O advogado de Bruno de Carvalho, José Preto Foto: Vítor Mota

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Bruno de Carvalho esteve, esta quinta-feira, no DIAP de Lisboa no âmbito dos processos mais recentes nos quais viu o seu nome envolvido, nomeamente o scouting e o ataque à Academia de Alcochete. O antigo dirigente leonino pretendeu mostrar que estava disponível para falar sobre o que aconteceu em Alcochete.

"Não são necessários mandados, estou aqui para ser ouvido", disse o antigo presidente do Sporting, alegando que só não foi ouvido porque o processo não estava no DIAP. "Processo está no juiz de instrução", disse. 

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Tanto Bruno como o seu advogado, José Preto, defenderam que não houve nenhum mandado de detenção e que estavam ali para "esclarecer tudo".  

Sobre as razões que levaram o sportinguista a dirigir-se inicialmente ao DCIAP, Bruno explica: "Vim demonstrar de forma voluntária que não é preciso nada, digam-me e o eu venho". 

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Esta iniciativa de Bruno de Carvalho ocorre um dia depois de o funcionário do Sporting Bruno Jacinto ter sido ouvido em primeiro inquérito judicial, no âmbito do mesmo processo, e ter ficado em prisão preventiva.

"É uma mera coincidência", afirma Bruno sobre o facto de ali se dirigir após Bruno Jacinto ter ficado em prisão preventiva.

O requerimento do ex-presidente do Sporting para ser ouvido sobre a invasão à Academia do clube foi aceite pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP).

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O advogado do ex-presidente disse que o seu cliente seria ouvido "quando o senhor procurador assim o entender".

Quanto ao mandado de inquirição, a defesa de Bruno afirma: "As pessoas são ouvidas nesta terra das formas mais inconcebíveis e por isso nada nos surpreenderia".

"O mandato de detenção não se confirma", vincou José Preto. 

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Através do seu advogado, José Preto, Bruno de Carvalho disponibilizou-se esta quinta-feira para prestar declarações na unidade de terrorismo do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), mas o requerimento foi reencaminhado para o DIAP, no qual decorre o inquérito ao ataque à Academia do Sporting, em Alcochete, em 15 de maio último.

Enquanto José Preto se dirigiu ao DCIAP, Bruno aguardou no carro.

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