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Ministério Público suspeita de “rede de crime organizada” no Sporting

Ministério Público admite que grupo que era liderado por “braço-direito de Bruno de Carvalho” pode ficar em prisão preventiva.
Por Tânia Laranjo e Liliana Rodrigues|17.05.18
Uma rede de crime altamente organizada. Quem o diz é o Ministério Público, que nos mandados de detenção admite mesmo que os quatro arguidos - André Geraldes, Gonçalo Rodrigues, João Gonçalves e Paulo Silva - possam ficar em prisão preventiva. Fala em perigo de perturbação de inquérito e de destruição de provas. Diz ainda que há risco de continuação da atividade criminosa.

O CM sabe que o procurador chama André Geraldes de ‘braço-direito’ de Bruno de Carvalho. E diz mais: afirma que o ‘chefe’ a que se refere João Gonçalves nas conversas já reveladas pelo CM e pela CMTV é precisamente o diretor de futebol do Sporting. Imputa depois a todos os arguidos 18 crimes: dez casos de corrupção ativa no andebol e oito na Liga.

Para a investigação, liderada pelo DIAP, mas que contou no terreno com a brigada que combate a criminalidade económica e financeira da Polícia Judiciária do Porto - a colaboração de Paulo Silva foi determinante. Dizem que ele era o elo mais fraco da cadeia, já que lhe cabia contactar os árbitros e os jogadores e tinha ainda de dividir a sua comissão.

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