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Sporting perde Caso Doyen

Clube vai ter de pagar 12 milhões de euros.

15 de dezembro de 2016 às 15:52

O Sporting informou esta quinta-feira que vai ter de pagar 12 milhões de euros ao fundo de investimento Doyen, depois de o Supremo Tribunal da Suíça ter recusado o recurso interposto pelo clube da I Liga portuguesa de futebol.

Os 'leões' tinham decidido recorrer da sentença do Tribunal Arbitral do Desporto, que tinha condenado o Sporting a pagar 12 milhões de euros à Doyen, que detinha parte dos direitos do argentino Marcos Rojo, transferido para o Manchester United por 20 milhões de euros.

"O Supremo Tribunal da Suíça decidiu não dar provimento ao recurso interposto pela Sporting Clube de Portugal -- Futebol, SAD sobre o chamado 'caso Doyen'. Nesse sentido, foi confirmada a sentença proferida pelo Tribunal Arbitral do Desporto de Lausanne (TAS) que condena a Sporting Clube de Portugal -- Futebol, SAD ao pagamento de 12 milhões de euros à Doyen acrescidos de juros", lê-se num comunicado dos 'leões'.

O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, tem-se mostrado contra a partilha de passes de jogadores por terceiros, com os 'leões' a recordarem que "o apoio manifestado pela FIFA e pela UEFA em diversas ocasiões à posição do Sporting sobre este tema em concreto e sobre a questão dos fundos em geral".

"A Sporting Clube de Portugal -- Futebol, SAD reitera que os impactos financeiros decorrentes desta decisão já tinham sido integralmente provisionados nas contas da Sporting SAD, não apresentando qualquer risco para as mesmas, não sendo necessária a venda de ativos, como por exemplo a alienação de direitos desportivos de atletas, cumprindo as regras do 'fair play' financeiro e a reestruturação financeira aprovada em 2013", concluiu o comunicado.

Em 2014, o clube lisboeta e a Doyen, que investiu três milhões e era detentora de 75% dos direitos económicos do defesa internacional argentino, entraram conflito, a propósito da proposta do Manchester United para a transferência de Rojo.

Dias antes da mudança do defesa para Old Trafford, o Sporting rescindiu unilateralmente os contratos que tinha com o fundo de investimento relativos a Rojo e também ao marroquino Labyad, alegando justa causa.

Com esta decisão, o clube de Alvalade restituiu à Doyen os três milhões de euros que o fundo tinha investido no jogador e pagou quatro milhões ao Spartak Moscovo, clube em que Rojo tinha atuado antes de ingressar em Alvalade e que tinha direito a uma percentagem numa futura transferência.

O Sporting informou esta quinta-feira que vai ter de pagar 12 milhões de euros ao fundo de investimento Doyen, depois de o Supremo Tribunal da Suíça ter recusado o recurso interposto pelo clube da I Liga portuguesa de futebol.

Os 'leões' tinham decidido recorrer da sentença do Tribunal Arbitral do Desporto, que tinha condenado o Sporting a pagar 12 milhões de euros à Doyen, que detinha parte dos direitos do argentino Marcos Rojo, transferido para o Manchester United por 20 milhões de euros.

"O Supremo Tribunal da Suíça decidiu não dar provimento ao recurso interposto pela Sporting Clube de Portugal -- Futebol, SAD sobre o chamado 'caso Doyen'. Nesse sentido, foi confirmada a sentença proferida pelo Tribunal Arbitral do Desporto de Lausanne (TAS) que condena a Sporting Clube de Portugal -- Futebol, SAD ao pagamento de 12 milhões de euros à Doyen acrescidos de juros", lê-se num comunicado dos 'leões'.

O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, tem-se mostrado contra a partilha de passes de jogadores por terceiros, com os 'leões' a recordarem que "o apoio manifestado pela FIFA e pela UEFA em diversas ocasiões à posição do Sporting sobre este tema em concreto e sobre a questão dos fundos em geral".

"A Sporting Clube de Portugal -- Futebol, SAD reitera que os impactos financeiros decorrentes desta decisão já tinham sido integralmente provisionados nas contas da Sporting SAD, não apresentando qualquer risco para as mesmas, não sendo necessária a venda de ativos, como por exemplo a alienação de direitos desportivos de atletas, cumprindo as regras do 'fair play' financeiro e a reestruturação financeira aprovada em 2013", concluiu o comunicado.

Em 2014, o clube lisboeta e a Doyen, que investiu três milhões e era detentora de 75% dos direitos económicos do defesa internacional argentino, entraram conflito, a propósito da proposta do Manchester United para a transferência de Rojo.

Dias antes da mudança do defesa para Old Trafford, o Sporting rescindiu unilateralmente os contratos que tinha com o fundo de investimento relativos a Rojo e também ao marroquino Labyad, alegando justa causa.

Com esta decisão, o clube de Alvalade restituiu à Doyen os três milhões de euros que o fundo tinha investido no jogador e pagou quatro milhões ao Spartak Moscovo, clube em que Rojo tinha atuado antes de ingressar em Alvalade e que tinha direito a uma percentagem numa futura transferência.

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