Luís Filipe Vieira, Benfica SAD e Benfica Estádio constituídos arguidos no caso Saco Azul

No âmbito de uma investigação da Autoridade Tributária.

14 de julho de 2020 às 11:26
Luís Filipe Vieira Foto: Direitos Reservados / Benfica
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"Confirma-se apenas a existência de um inquérito dirigido pelo Ministério Público (MP) do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa e no qual se investigam factos suscetíveis de integrarem crime de fraude fiscal", disse fonte oficial da PGR.

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A mesma fonte acrescentou que, "no âmbito deste inquérito foram, ontem [na segunda-feira], constituídos três arguidos, uma pessoa singular e duas coletivas".

A investigação da Autoridade Tributária (AT) remonta a 2018, quando foram feitas buscas às instalações 'encarnadas', por suspeitas da emissão de faturas de serviços fictícios de uma empresa informática, que o Benfica pagou.

Em causa estarão 1,8 milhões de euros que terão sido pagos pelas sociedades 'encarnadas', durante seis meses, para pagar serviços que não foram prestados.

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Fonte oficial do Benfica confirmou à Lusa que Luís Filipe Vieira foi ouvido na segunda-feira, acrescentando tratar-se de uma questão relacionada com o pagamento de IVA e IRC e não com um alegado 'saco azul' e também sem relação com a gestão desportiva.

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