Desconto feito por Bruno Lage ajuda Benfica a manter lucro nos 40 milhões
Corte nos gastos compensou ganho mais baixo com transação de jogadores.
O Benfica manteve o lucro nos 40 milhões de euros (40,6 milhões no 1.º semestre desta época face aos 40,3 milhões do período homólogo) em parte porque Bruno Lage abdicou de ser compensado financeiramente quando foi despedido em setembro.
A receita corrente (inclui direitos televisivos, bilheteira e Champions) só aumentou 1,1 milhões, enquanto as mais-valias com a transação de jogadores diminuíram 8,1 milhões. Isso porque negócios como os de Kokçu e Akturkoglu tiveram um impacto muito reduzido, uma vez que nas vendas foi preciso descontar grande parte do valor das compras dos passes que ainda estava por amortizar.
Esta perda foi compensada por uma diminuição de 7,7 milhões nos gastos correntes, verificada sobretudo à conta da descida nos gastos com pessoal (menos 9,3 milhões), que o próprio Benfica justifica com "a redução dos gastos com indemnizações". É que na primeira metade de 2024/25, em que se "verificou o impacto da rescisão de Roger Schmidt", as águias pagaram 13,7 milhões a ex-funcionários para saírem e esta temporada só gastaram 1,7 milhões.
Impacto dos negócios com os jogadores no Benfica
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