Goleada do FC Porto frente ao Desp. Chaves dedicada a Iker Casillas

Dragões com nome do espanhol nas costas resolveram o jogo com competência.

05 de maio de 2019 às 09:46
FC Porto defronta Desportivo das Aves no Estádio do Dragão Foto: Cofina Media
FC Porto Foto: Cofina Media
FC Porto defronta Desportivo das Aves no Estádio do Dragão Foto: Cofina Media
FC Porto defronta Desportivo das Aves no Estádio do Dragão Foto: Cofina Media
FC Porto defronta Desportivo das Aves no Estádio do Dragão Foto: Cofina Media
FC Porto defronta Desportivo das Aves no Estádio do Dragão Foto: Cofina Media
Equipa e adeptos do FC Porto deixam mensagem a Iker Casillas antes de partida no Dragão Foto: Cofina Media
Equipa e adeptos do FC Porto deixam mensagem a Iker Casillas antes de partida no Dragão Foto: Cofina Media
Equipa e adeptos do FC Porto deixam mensagem a Iker Casillas antes de partida no Dragão Foto: Cofina Media
Equipa e adeptos do FC Porto deixam mensagem a Iker Casillas antes de partida no Dragão Foto: Cofina Media
Equipa e adeptos do FC Porto deixam mensagem a Iker Casillas antes de partida no Dragão Foto: Cofina Media

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Esta é a história da noite em que Iker Casillas marcou quatro golos. Vítima de um grave problema de saúde, o guardião viu os colegas de equipa entrarem com o seu nome nas costas e até o Aves, antes do jogo, prestou homenagem à lenda da bola.

No campo, o FC Porto venceu, continuando na luta por um título cada vez mais distante. Mantém-se uma réstia de fé, dedicada a ‘San Iker’.

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Depois de quase cinco minutos de cânticos para o espanhol, o dragão virou o foco para a partida, frente a uma equipa que defendeu sempre com dez atrás da linha da bola. A solução chegou por via aérea. Soares abriu espaço para Telles e o cruzamento saiu direitinho para a cabeça de Corona. 1-0.

Era o mexicano o mais ativo dos Ikers em campo e voltaria a estar no segundo ato. O passe de Herrera ia encaminhado para o compatriota. Atabalhoado, Jorge Felipe afastou a bola com o braço. Penálti e Soares atirou sem dificuldade para o 2-0.

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Na ressaca do desastre (2-0 para 2-2) de Vila do Conde, o resultado ainda não inspirava confiança máxima. Tudo se resolveu com calma. Manafá - Corona de novo na jogada - estreou-se a marcar de azul-e-branco, antes de Soares bisar, com direito a toque de classe de Brahimi.

Muitos aplausos ainda para o regresso de Aboubakar, mas o pensamento estava num só homem, que teve a maior das suas muitas vitórias, desta vez fora do campo. Iker Casillas.

ANÁLISE

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Todos em nome de ‘1’

Bonito momento antes do encontro, com ambas as equipas a dedicaram homenagens a Casillas. Os portistas usaram o nome do guardião e conseguiram uma goleada para dedicar ao símbolo do futebol mundial, que está a recuperar de um enfarte.

A roda da discórdia

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Já depois do apito final, Conceição decidiu fazer a roda habitual no centro do terreno, em vez da habitual aproximação aos Super Dragões. Estes contestaram e não saíram do estádio até ao regresso dos atletas, que, aí, conseguiram amenizar a tensão.

Um par de dúvidas

Analisou bem, com recurso ao VAR, o penálti que dá o 2-0. Há outro lance de dúvida na área do Aves, com braço nas costas de Soares. Parece haver motivo para nova grande penalidade. Herrera arriscou numa entrada mais dura, benefício da dúvida no amarelo.

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Ai Jesús, Corona!

o Vaná – Duas intervenções numa noite de alguma calma.

o Manafá – Melhor a atacar do que a defender, conseguiu chegar ao golo, no 3-0.

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o Felipe – Foi resolvendo os problemas aéreos, com uma ou outra falha pelo meio.

o Éder Militão – Excelente exibição. Foi um tampão autêntico às escassas intenções do Desportivo das Aves.

o Alex Telles – Mais uma assistência para a conta. De resto, o vaivém do costume.

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o Danilo – Procurou o golo, sem sucesso. De resto, somou várias recuperações.

o Herrera – Começou mal, mas melhorou com o passar do tempo, contribuindo para o avolumar do resultado.

o Brahimi – Irregular, mas quando brilha é incrível. O passe de calcanhar para o 4-0 é de outro patamar.

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o Marega – Atabalhoado e pouco certeiro. Está, porém, nos últimos dois golos.

o Soares – Solicita Alex Telles no 1-0 e marcou dois golos. Uma exibição para recordar.

o Otávio – Jogo estava feito.

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o Óliver – Empurrou a equipa ainda mais para a frente

o Aboubakar – De volta.

Tensão com as claques após o final do encontro

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Face à contestação, jogadores e Conceição voltaram dos balneários e, aí sim, foram aos Super Dragões. Herrera pegou no megafone e conseguiu amainar a tensão.

Do lado do Coletivo Ultras 95 (bancada oposta), novo momento complicado, mas acabou tudo de forma relativamente pacífica.

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