Islândia elimina Inglaterra do Euro2016

Novo Brexit, agora no futebol.

27 de junho de 2016 às 21:51
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA
Inglaterra, Adeptos, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Michael Dalder/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Wolfgang Rattay/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA
Inglaterra, Adeptos, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Yves Herman/Reuters
Inglaterra, Islândia, Desporto, Futebol, Euro2016 Foto: Peter Powell/EPA

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Bye, bye! A Inglaterra despediu-se, esta segunda-feira, da fase final do Campeonato da Europa de futebol, depois de perder frente à Islândia por 1-2, num duelo relativo aos oitavos-de-final.

Três dias após os eleitores terem decidido a saída do Reino Unido da União Europeia, a seleção dos três leões carimbou o regresso a casa. Na estreia numa grande competição, os islandeses caçaram um dos favoritos a vencer o Euro2016 e assinaram mais uma página dourada na história de um país que tem cerca de 323 mil habitantes.

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Entrada louca na partida

Jogo de loucos em Nice. Um hino ao futebol o duelo dos oitavos-de-final do Euro2016 entre Inglaterra e Islândia. Duelo intenso, imprevisível e com diversos motivos de interesse. Um espetáculo que teve de tudo menos monotonia.

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Os ingleses entraram no desafio praticamente a vencer. Decorria o minuto três quando o guarda-redes islandeses Halldórsson derrubou Sterling. Grande penalidade assinalada pelo juiz esloveno Damir Skomina que Wayne Rooney concretizou. Remate irrepreensível, que deixava a equipa dos três leões na frente. Mas a festa foi sol de pouca dura, apenas três minutos volvidos, o empate.

Após um lançamento de linha lateral, Árnason desviou e, ao segundo poste, Ragnar Sigurdsson cabeceou a preceito não dando hipóteses de defesa a Joe Hart.

Num ritmo frenético, o duelo prosseguia e com uma precisão cirúrgica a Islândia dava volta à contenda pouco tempo depois. Marcava o relógio o minuto 18 quando Sigthórsson apontou o segundo golo. O avançado do Nantes rematou forte e colocado, mas o guarda-redes inglês não ficou nada bem na fotografia.

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Atordoada, a favorita Inglaterra não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Kane, com um remate, ainda ameaçou o empate mas os islandeses, bem organizados na defesa e incisivos nas ações ofensivas, punham as garras de fora sempre que podiam. Foi nesta toada, de ataque vs contra-ataque, que a partida se manteve até ao intervalo.

Carne toda no assador

Na segunda parte, Roy Hodgson arriscou, colocou a carne toda no assador mas quem criou perigo foi Sigurdsson, que com um remate acrobático tentou dilatar a vantagem mas Hart não deixou.

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A Inglaterra estava partida, atuava com inúmeras unidades de ataque mas não conseguia desmontar a excelente organização islandesa. Nos instantes finais, nem a veia goleadora de Vardy nem o famoso 'kick and rush' conseguiram fazer mossa e quem fez a festa foram os surpreendentes islandeses, que não perderam 12 dos últimos 14 encontros que realizaram.

Domingo, a equipa de Lars Lagerback vai medir forças com a anfitriã França nos quartos-de-final da competição.

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