Jogo do FC Porto na Madeira sob alta tensão no domingo

Confusão entre a equipa e a claque Colectivo Ultras 95 quase terminou em agressões.

06 de maio de 2019 às 08:38
Herrera, capitão do FC Porto, falou aos adeptos no final do jogo com o Desp. Aves Foto: Peter Spark/Movephoto
FC Porto Foto: Cofina Media
FC Porto defronta Desportivo das Aves no Estádio do Dragão Foto: Cofina Media

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Será num ambiente de altíssima tensão que o FC Porto vai jogar no próximo domingo na Madeira, frente ao Nacional (17h30).

As relações conturbadas entre a equipa de futebol e as claques do clube deixam antever um clima de enorme efervescência, quando faltam duas jornadas para o final da Liga e num momento em que o Benfica tem dois pontos de vantagem na classificação.

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No final do jogo com o Desp. Aves, jogadores e técnicos tiveram novo frente a frente com os Super Dragões, que exigiram a presença dos atletas após estes terem abandonado o relvado e numa altura em que já estavam no balneário.

O momento mais conturbado aconteceu na bancada oposta, junto à claque Colectivo Ultras 95. O defesa Felipe pediu respeito, tal como Danilo e Brahimi, tudo sob grande confusão, que quase deu lugar a agressões. Loum chegou a agarrar um dos membros da claque.

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Caso o FC Porto não ganhe no domingo (17h30), o Benfica pode fazer, pouco depois, a festa do título em Vila do Conde (jogo começa às 20h00). As claques dos dragões fizeram saber que não toleram que o Benfica celebre no norte. Daí a pressão que já se faz sentir.

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Herrera garante empenho

O ‘capitão’ Herrera, com um megafone, prometeu à claque Super Dragões que a equipa vai dar tudo no que falta da Liga e na final da Taça de Portugal.

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"Adoramos quem odeia perder, Sérgio és um dos nossos", dizia uma tarja mostrada pelos Super Dragões após o regresso da equipa ao relvado.

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