Sauditas conquistaram triunfo depois de vencerem por 4-3.
Os sauditas do Al-Hilal 'escandalizaram' o Mundial de clubes, nos Estados Unidos, ao afastarem o Manchester City nos oitavos de final, com um triunfo por 4-3, após prolongamento, num jogo que foi um 'hino' ao futebol.
Em Orlando, o 'onze' do italiano Simone Inzaghi, que em 2024/25 orientou o Inter Milão, começou, praticamente, a perder, mas virou o jogo no início da segunda parte e, depois do empate dos ingleses, ganhou vantagem em cada metade do prolongamento, a última, para vencer em definitivo um grande jogo.
O brasileiro e ex-benfiquista Marcos Leonardo, que há muito 'pedia' substituição, completamente 'desfeito' fisicamente, foi o 'herói' do encontro, quando 'bisou', aos 112 minutos, já depois de ter feito o 1-1, aos 46.
O seu compatriota Malcom, aos 51 minutos, e o senegalês Koulibaly, aos 94, apontaram os outros tentos do Al-Hilal, que jogou desfalcado do seu líder, Salem Al Dawsari, e do seu grande goleador, o sérvio Aleksandar Mitrovic.
Por seu lado, o português Bernardo Silva, aos nove minutos, o norueguês Erling Haaland, aos 55, e o suplente Phil Foden, aos 104, faturaram, em vão, para os ingleses, vencedores do último Mundial de clubes, para sete, em 2023.
Assim, é o Al-Hilal, finalista no anterior formato em 2022, quando perdeu por 5-3 com o Real Madrid, que vai encontrar nos 'quartos' a outra equipa surpresa do dia, o Fluminense, que superou o Inter Milão por 2-0.
Os dois treinadores escolheram cinco internacionais portugueses para os 'onzes': com Matheus Nunes (saiu aos 53 minutos), Ruben Dias e Bernardo Silva foram escolhidos pelo espanhol Pep Guardiola, enquanto italiano Simone Inzaghi elegeu João Cancelo (saiu aos 88) e Ruben Neves.
A formação inglesa entrou mais forte e Ruben Dias teve uma boa ocasião para inaugurar o marcar logo aos seis minutos, de cabeça, após centro de Doku, mas, aos nove, Bernardo Silva não falhou, após 'carambola' na área e assistência sem querer de Gündogan.
O jogo não mudou de feição até ao intervalo, com o City a perder ocasiões por Savinho (24 minutos), Gündogan (29), Gvardiol (30), Doku (38) e Bernardo Silva (44), sempre por 'culpa' de Bono, com resposta tímida de Marcos Leonardo (43).
A formação saudita pouco fez na primeira parte, mas entrou a marcar na segunda: Malcom fez grande jogada individual, solicitou Cancelo na direita e este centrou para a área, com o ressalto a ir parar à cabeça de Marcos Leonardo, que não perdoou.
O Al-Hilal só precisou de 43 segundos na segunda parte para empatar, ameaçou a reviravolta aos 48, novamente em jogada entre Malcom e Cancelo, que combinaram novamente aos 51, agora para golo, quando, após um canto para o City, o português isolou o brasileiro, para este correr mais de meio campo e bater Ederson.
Guardiola respondeu com três substituições, já prontas antes do 1-2, com as entradas de Aké, Akanji e Rodri, e o conjunto de Manchester fez o 2-2 logo a seguir, aos 55, com Haaland a aproveitar um ressalto, após canto na esquerda de Bernardo.
No mínimo seguinte, Rúben Dias carregou Malcom na área, salvando-se do penálti por fora de jogo do brasileiro, que, lesionado, teve de sair aos 64, antes de um corte arriscado de Akanji, aos 61, e outro de Rúben Dias, aos 70.
O último quarto de hora pertenceu aos ingleses, com Doku (75 minutos) e Haaland (84 e 87) a desperdiçarem boas ocasiões, tal como, do outro lado, Kanno (79), na única grande ameaça dos sauditas até ao final do tempo regulamentar.
Para o prolongamento, Guardiola trouxe Marmoush e Cherki, mas, logo aos 94 minutos, foi o Al-Hilal a colocar-se de novo na frente, por Koulibaly, de cabeça, após canto na esquerda de Rúben Neves, no quinto golo, em cinco, com 'selo' português.
Aos 100 minutos, Rodri, que tinha entrado, cedeu o lugar a Foden e este, aos 104, voltou a empatar o jogo, ao responder, na pequena área, com um desvio subtil, fora do alcance de Bono, a um grande passe por cima da defesa de Cherki.
O City parecia agora por cima, até fisicamente, mas, aos 112 minutos, Renan Lodi arrancou como uma 'gazela' pela esquerda e centrou para a cabeça de Milinkovic-Savic, com Ederson a fazer grande defesa, mas a não poder parar a recarga de Marcos Leonardo.
A formação saudita, no limite das forças, voltava para a frente do marcador, mas, ainda assim, na parte final, incluindo os três minutos de descontos e apesar da insistência dos ingleses, foi a única equipa que quase marcou, por Rúben Neves (117 minutos). O quinto não chegou, mas não foi preciso.
Nos quartos de final, o Al-Hilal vai medir forças com os brasileiros do Fluminense, num embate marcado para sexta-feira, pelas 15:00 locais (20:00 em Lisboa), em Orlando.
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